Tribuna Expresso

Perfil

  • A família Oliveira tem “o dom de vencer”

    Modalidades

    Aos 19 anos, Ivo é vice-campeão da Europa em ciclismo de pista. O gémeo Rui também não lhe fica nada atrás: os Oliveira foram os primeiros portugueses a conquistar medalhas em competições internacionais nas provas de pista. O irmão mais velho, Hélder, também correu em estrada. Entre os três filhos ciclistas, a casa dos Oliveira já é quase um museu, com medalhas, camisolas e 500 troféus que deixam o patriarca Fernando inchado de orgulho. O Expresso republica este artigo de 2016 sobre os Oliveira no dia em que Ivo garantiu uma medalha inédita para o nosso país nos mundiais de pista na especialidade perseguição individual

  • Este homem já correu 13 maratonas em 11 dias. Chama-se Tiago Dionísio

    Entrevistas Tribuna

    Tem 42 anos, é analista financeiro e tornou-se recentemente no português que correu mais maratonas e ultramaratonas no mundo. 501 no total. Em 2006 esteve à beira da morte depois de disputar a Comrades (89km) e a Western States 100 miles (160km) com apenas uma semana de intervalo. Os rins pararam de funcionar e os músculos das pernas ficaram destruídos. Mas como desistir não faz parte do seu vocabulário, três meses depois, Tiago Dionísio estava de volta à estrada. E ainda aumentou o número de maratonas por ano

  • “Foram os piores Jogos do milénio. Não há como tornear isso”

    Entrevistas Tribuna

    Vicente Moura está desiludido com a participação portuguesa no Rio 2016, reduzida a uma medalha de bronze (e a dez diplomas). O ex-presidente do Comité Olímpico de Portugal atribui o desaire à falta de uma política desportiva de base no país, temendo que em Tóquio, daqui a quatro anos, seja “mais do mesmo ou pior”. Louva António Costa pelos parabéns à comitiva e critica os atletas que não assumem culpas na derrota e são pouco gratos nas vitórias

  • “Foram os piores Jogos do milénio. Não há como tornear isso”

    Jogos Olímpicos

    Vicente Moura está desiludido com a participação portuguesa no Rio, reduzida a uma medalha de bronze (e a dez diplomas). O ex-presidente do Comité Olímpico Português atribui o desaire à falta de uma política desportiva de base no país, temendo que em Tóquio, daqui a quatro anos, seja “mais do mesmo ou pior”. Louva António Costa pelos parabéns à comitiva e critica os atletas que não assumem culpas na derrota e são pouco gratos nas vitórias

  • Ana Rita, a miúda que parte a louça (quase) toda

    Jogos Olímpicos

    Foram precisos meses até acertar no primeiro prato, mas depois nunca mais parou. Ana Rita Rodrigues, 25 anos, encanta-se a falar sobre a modalidade que ama e a faz vibrar: o tiro com arma de caça. Atualmente, tem como recorde 74 tiros certeiros em 75 pratos. A sua espingarda é como uma extensão do braço, que a completa e responde à sua ordem. Esta é quarta e última história da série “Esperanças Olímpicas”, em que o Expresso dá a conhecer o percurso dos que, muito provavelmente, levarão o nome e as cores de Portugal aos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020

  • Angélica, a miúda sem medo do frio

    Jogos Olímpicos

    Aos três anos, Angélica André mergulhou o pé na piscina pela primeira vez. Os pais não sabiam nadar, mas não queriam que acontecesse o mesmo com a filha. Dezoito anos depois, Angélica nada em rios, mares e albufeiras. Ficou a poucos segundos das medalhas no europeu deste ano e, por “querer demais”, acabou por falhar o apuramento para os Jogos Olímpicos. Não vai ao Rio, mas Tóquio está à espera dela. Esta é segunda história da série “Esperanças Olímpicas”, em que o Expresso dá a conhecer o percurso dos jovens que muito provavelmente vão representar Portugal aos Jogos Olímpicos em 2020