Tribuna Expresso

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  • O relógio antigo da melancolia e a geração de jornalistas “insubstituível”

    Com o tio e o avô assistiu ao primeiro jogo de futebol em 1966, tinha ela nove anos, e com o pai, escritor e jornalista de outro tempo, aprendeu a separar as águas – “uma coisa é a maneira como a gente ganha a vida, outra coisa é a vida”. Passou pelas redações de “A Bola” e do jornal “Público”, foi colaboradora do Expresso e editora da revista “Livros”. Também escreveu sobre cultura mas hoje em dia é sobretudo o futebol que lhe preenche os dias, desporto de que diz gostar “cada vez mais”. O Expresso publica esta quinta-feira a terceira de uma série de entrevistas em que a literatura se cruza com o futebol