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FC Porto

Em Roma sê favorito

Está de volta a mais importante competição planetária de clubes, perdoem-nos a FIFA e o Campeonato do Mundo e os nossos amigos sul-americanos e a Libertadores, inflamada na última edição por um superclássico River-Boca. Há Liga dos Campeões para celebrar esta semana e por isso Luís Mateus tem algumas reflexões a adiantar sobre o Roma-FC Porto e os demais embates. E há uma interrogação relevante a fazer: vem aí a 11ª vítima do “baby-face killer”?

LUÍS MATEUS

JOSÉ COELHO

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O Roma-FC Porto desta terça-feira (TVI e Eleven Sports 1, 20h) recolhe grande parte da atenção dos portugueses. Os dragões partem com um favoritismo que só os dois empates sucessivos na Liga (Vitória e Moreirense) e a lesão do influentíssimo Moussa Marega parecem de certa forma atenuar. Sérgio Conceição é um dos treinadores que pouca atenção dão à estatística, mas os números, ainda que tenham importância relativa, servem-nos de enquadramento: nunca o FC Porto foi derrotado pelo emblema da capital italiana - em quatro partidas houve dois empates e dois triunfos portistas, 6-1 em golos.

O primeiro confronto data de 1981, a contar para a segunda ronda da Taça das Taças. A 21 de outubro, nas Antas, o irlandês Mikey Walsh e o português José Alberto Costa dão vantagem confortável na primeira mão da eliminatória, numa época em que o FC Porto era treinado pelo austríaco Hermann Stessl. O 0-0 em Roma confirma a passagem aos quartos, com os belgas do Standard a serem aí carrascos inesperados, depois de 2-0 em Liège e 2-2 em Portugal.

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