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Porque é que Conceição escolheu o mesmo onze? Porque queria pôr os jogadores à prova

À SportTV, o treinador do FC Porto abordou o jogo com o Feirense, falando de uma vitória justa perante um adversário que deu tudo por tudo contra o “campeão nacional”

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O adversário

“Temos de ver o contexto do jogo, porque este um adversário que a cada jogo do fim está mais pressionado, muito motivado por defrontar o campeão, como é natural. Nós, depois de um jogo em que corremos 120 minutos na Champions, vir aqui contra um adversário aflito não era fácil e começar a perder pior ainda. Daí a resposta de grande carácter dos jogadores e até podíamos ter acabado a primeira parte com uma vantagem maior. Na segunda-parte houve alguma falta de frescura natural e fui tentando dar ao jogo o que ele pedia; tirei o Marega, que estava cansado, e pus gente perto do Danilo e do Herrera. Podíamos ter feito o terceiro mas a vitória foi justa, contra um adversário que tentou de tudo. Estivemos sempre seguros no jogo direto, mas houve uma escorregadela e num lance desses pode haver perigo mas estávamos, não digo tranquilos, mas alerta e desconfiados do que o adversário podia fazer.

O mesmo onze

“Era um jogo com contexto difícil. Meti o mesmo onze [que tinha jogado contra a Roma] porque quis responsabilizar os jogadores para eles darem prova de maturidade. É importante saber estar contra a Roma mas também contra o Feirense”