Tribuna Expresso

Perfil

PUBLICIDADE
FC Porto

Sérgio Conceição: "Os clássicos são sempre jogos competitivos, difíceis para as duas equipas. Normalmente até para as três"

Na antevisão ao jogo com o Benfica, na sexta-feira, o treinador do FC Porto não quis ouvir falar de estatísticas ou histórico e reconhece que a sua equipa pode chegar ao clássico menos fresca que o adversário, depois do prolongamento na Madeira na terça-feira

Tribuna Expresso

FRIEDEMANN VOGEL

Partilhar

O clássico

“Aquilo que esperamos é um jogo dentro daquilo que são os clássicos, jogos competitivos, difíceis para as duas equipas, normalmente até para as três. Porque são jogos muito intensos, jogos importantes que nós treinadores e jogadores por si só percebem dessa mesma importância porque são três pontos que ganhamos e três pontos que não deixamos o adversário direto ganhar”

Teste covid-19 a Otávio

“Espero ter todos os jogadores disponíveis para o jogo. O Otávio é um assunto do departamento médico. Não percebo isto do Otávio vir à baila, já tivemos outros jogadores positivos e nunca me foi colocada essa questão em conferência. Saíram dois nomes cá para fora, um deles nem é verdade, outro é, o Manafá. E agora saiu esta notícia do Otávio... Espero ter todos os jogadores disponíveis”

Estatísticas

“A mim espanta-me sinceramente as estatísticas e os jogos para trás e quantos já se disputarem. Isso não conta nada, amanhã conta zero. A história do jogo amanhã somos nós que a vamos escrever, nós e o Benfica, não depende de nenhuma estatística ou do passado. Eu desvalorizo isso e nestes jogos tão equilibrados e competitivos ainda mais”

Mais fadiga que o adversário?

“É um facto, tivemos uma viagem, jogámos 120 minutos. Viajámos e chegámos às 3h da manhã. É o que é, não podemos não ir a jogo por causa dessas situações. Sabemos que no onze do adversário que vai começar amanhã, deduzo eu, nenhum teve muitos minutos, estão há sete dias sem competir e é natural que haja uma diferença, mas não me vão ver no fim do jogo a usar esse facto de termos menos descanso e mais carga em cima. Somos uma equipa de topo. Se me perguntam se preferia ter uma semana limpa? Não vou dizer ‘ah, não, não queria’. Claro que queria, mas não foi possível. Tivemos de ir a prolongamento, não deveria ter acontecido, devíamos ter marcado três ou quatro golo logo nos 90 minutos. Não fizemos, tivemos de ir atrás do que queríamos, que era passar aos quartos de final da Taça”

Melhor momento do FC Porto?

“O melhor momento da época e a margem de crescimento vamos ver amanhã, porque se perdermos amanhã deixa de ser um bom momento. É como a hegemonia. A hegemonia é o próximo jogo”

Nakajima

“Não é uma opção para o jogo”

Estratégia sem Manafá

“Muda a nossa forma de jogar, jogar com um lateral naquilo que tem sido a ação do Manafá nos jogos ou jogar com alguém mais posicional e dando outra dinâmica ao corredor direito. É uma questão de estratégia, mas não posso responder ou ser objetivo nesse sentido”

Importância do jogo

“Não é redobrada, é uma final, um clássico. Se ganharmos três pontos o adversário não ganha. Diz-se que é um jogo de seis pontos, é mais por aí”

Onze do Benfica

“Até lhe dava dois. Há duas ou três possibilidades de jogarem de forma diferente. Não é muito difícil. Mas não o vou fazer desta vez”