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Conceição: "Já sei como são os comentários e as televisões: não foi o árbitro, aqui não há desculpas"

O treinador do FC Porto em declarações à SportTV

Octavio Passos/Getty

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O ritmo
"Nós não queríamos um ritmo baixo, queríamos um ritmo alto no jogo. Acho que os intervenientes, as três equipas, têm de ter caráter, personalidade, jogar o jogo e ter velocidade e intensidade. Nós queríamos. Chegámos aos 90 minutos, houve cinco paragens para substituições, houve situações de jogadores no chão. O árbitro foi várias vezes ao banco de suplentes e dá três minutos de desconto. Nós queríamos jogar, queríamos ganhar, organizámos a equipa para isso. Merecíamos. Criámos mais situações, tivemos uma boa atitude no jogo. O Sporting não esteve confortável a lidar com a nossa equipa, a nossa pressão sobre o adversário, quando eles queriam sair a jogar. Ganhámos as segundas bolas, saímos com perigo para o ataque. Faltou discernimento na hora de concluir. Foi aí que não ganhámos o jogo. Para nós é claramente uma derrota porque tivemos quatro ou cinco situações para ganhar o jogo. O Sporting só teve aquele lance rápido, do Matheus Nunes, foi a única vez que causou perigo".

O árbitro
"Este tipo de jogos, muito importantes para definição pontual, têm de ter o melhor árbitro e ele hoje estava no VAR. O Artur Soares Dias é o melhor árbitro português e tem de apitar este jogo, tem de deixar rolar. O João Pinheiro é um bom árbitro também, mas nas nomeações já tivemos situações em que sofremos. Aqui não há nenhuma desculpa. Já sei como são os comentários e as televisões: não foi o árbitro, temos é de ser eficazes. Não tem a ver com o árbitro. Mas no que é promover um jogo mais rápido, com mais situações, menos faltas, que muitas delas não existiram. Os intervenientes no jogo podem e devem fazer mais nesse sentido. A haver um vencedor, tínhamos de ser nós", afirmou, à Sport TV.