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Jogadores ponderam acusar BdC como “autor moral dos ataques”

Jogadores e equipa técnica ainda podem avançar com uma rescisão contratual em bloco alegando justa causa, por falta de condições psicológicas para desempenhar o seu trabalho

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Bruno de Carvalho não pediu nenhum ataque físico à equipa do Sporting, como punição da derrota no último jogo do campeonato, mas pode ter incentivado esse comportamento, devido à sucessão de declarações que fez nos últimos dias contra o plantel e equipa técnica. Eis uma tese possível.

Segundo a “Bola” e o “Diário de Notícias” esta quarta-feira, apesar de BdC ter garantido ontem à noite que a equipa iria inteira iria estar presente no Jamor, tal pode não acontecer. Para já, ainda está de pé a possibilidade de jogadores e equipa técnica avançarem com uma rescisão contratual em bloco alegando justa causa, por falta de condições psicológicas para desempenhar o seu trabalho.

Nesse sentido, um dos fundamentos que estão a ser ponderados é atribuir a autoria moral dos ataques a Bruno de Carvalho, por causa daquilo que disse nos últimos dias, em particular numa entrevista ao Expresso, escreve o matutino.

Está previsto para esta quarta-feira um comunicado do plantel leonino que virá esclarecer a sua posição: se joga ou não no domingo, frente ao Desportivo das Aves.

Fonte próxima do processo adiantou ao “DN” que até se pode dar o caso de os jogadores aceitarem jogar a final da Taça de Portugal, mas para que isso aconteça poderão impor algumas condições: uma delas poderá mesmo ser a saída de Bruno de Carvalho do lugar de presidente do clube.

Durante a madrugada de hoje, jogadores e técnico apresentaram, à vez, queixa contra terceiros na GNR do Montijo, enquanto alguns dos agressores estavam a ser interrogados nas instalações daquela força da autoridade em Alcochete.