Tribuna Expresso

Perfil

Revista de Imprensa

Djokovic: “Quando parto uma raquete, sinto-me aliviado. A pressão desaparece”

Para Novak Djokovic, o porquê de partir uma raquete em campo varia de tenista para tenista, mas, no fundo, é uma questão terapêutica. O sérvio conquistou o Masters 1000 de Xangai e falou sobre o ato a que os tenistas mais recorrem quando não conseguem controlar a frustração

Expresso

Icon Sportswire

Partilhar

A relação de um tenista com a sua raquete pode ser conflituosa. Consoante o momento do jogo, se está a ganhar ou a perder, tanto pode ser afetuosa como agressiva. Na memória dos adeptos do ténis, contudo, fica, na maioria das vezes, a segunda relação.

Novak Djokovic conquistou os últimos três grandes títulos do circuito ATP. Porém, o tenista sérvio viveu tempos muito complicados no início do ano e quem pagou “as favas”... foram as suas raquetes.

Segundo Djokovic, o porquê de partir uma raquete varia de tenista para tenista, mas, no fundo, é uma questão terapêutica. “No meu caso, tenho parado de fazer isso. Não o faço com tanta frequência, o que é bom para o meu treinador. Mas quando parto uma raquete, sinto-me aliviado. Sinto que a pressão desaparece, mas é um pouco embaraçoso, por isso, tento manter a postura”, revelou.