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Idris devia ter levado amarelo? Herrera estava fora de jogo? Ficou por assinalar um penálti para o Boavista? O que dizem os especialistas

Ao não assinalar um penálti a favor dos axadrezados no minuto 70, a arbitragem de Hugo Miguel interferiu diretamente com o resultado final do encontro entre o FC Porto e o Boavista

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JOSÉ COELHO/LUSA

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Ao não assinalar um penálti a favor dos axadrezados no minuto 70, a arbitragem de Hugo Miguel interferiu diretamente com o resultado final do encontro entre o FC Porto e o Boavista. Para os três especialistas em arbitragem do “Jogo” esta segunda-feira, o juiz não soube controlar o jogo ao nível disciplinar, permitiu muitas discussões e interrompeu muitas vezes o decorrer do encontro. O FC Porto ganhou por 1-0, com um golo marcado já no último lance do jogo.

Minuto 40. Falta de Idris sobre Marega justificava acção disciplinar?

“Idris foi reincidente na falta praticada, justificando exibição de cartão amarelo que não aconteceu”, escreve Jorge Coroado, em consonância com a opinião dos outros dois especialistas em arbitragem.

Hugo Miguel “deveria ter exibido o cartão amarelo” ao jogador do Boavista, que “abraçou e puxou Marega para impedir uma jogada de ataque”, apontou José Leirós.

Minuto 70. Falta por assinalar de Brahimi sobre Rochinha dentro da área do FC Porto?

“Brahimi, de forma clara, pontapeia Rochinha, originando a sua queda dentro da área adversária. Penálti por assinalar contra o FC Porto. É estranho que, tendo solicitado o apoio do VAR, este não tenha dado qualquer indicação de irregularidade”, escreve Fortunato Azevedo.

Além de apontarem culpas a Hugo Miguel, todos os especialistas queixam-se também da falta de intervenção do VAR. “O árbitro não terá visto e o VAR estava na hora da ceia”, atira Jorge Coroado.

Minuto 72. Golo de Herrera é bem invalidado por fora de jogo?

Nesta decisão, o juiz da partida esteve bem, escrevem os especialistas. “Golo bem anulado, pois, no momento em que a bola foi jogada, Herrera tirou vantagem dessa posição irregular. Fora de jogo bem assinalado”, escreve José Leirós.