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Super Bowl. O dia inicial dos primeiros cheerleaders homens

No domingo à noite, Quinton Peron e Napoleon Jinnies tornaram-se nos primeiros membros do sexo masculino a participar na equipa de cheerleading no Super Bowl

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TIMOTHY A. CLARY

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No domingo à noite, Quinton Peron e Napoleon Jinnies tornaram-se nos primeiros membros do sexo masculino a participar na equipa de cheerleading no Super Bowl. Trata-se de um passo importante para a igualdade de género e, ao mesmo tempo, uma correção histórica.

Há dois séculos, quando começou a tradição das claques nas laterais de campo no futebol americano, estas eram constituídas por homens. Por mais irónico que possa parecer, houve um tempo que a generalidade das pessoas julgava que o cheerleading tornava as mulheres “demasiado masculinas”, recordou ontem o “Observador”.

“A reputação de ter sido um valente cheerleader é uma das coisas mais valiosas que um rapaz pode tirar da faculdade. Como título de promoção na vida profissional ou pública, raramente fica em segundo lugar em relação a ser um quarterback“, descrevia em 1911 a revista The Nation, citado pelo mesmo matutino.

Foi durante e já depois da segunda guerra mundial, quando as mulheres entraram em massa nas universidades, que o cheerleading passou de prática desportiva a entretenimento.