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“Florentino, demissão! Florentino, demissão!”

Eliminados da Taça do Rei, da Liga dos Campeões e (muito) distantes dos lugares cimeiros da La Liga, os merengues estão praticamente de luto

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Mike Hewitt - FIFA

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Em todas as reviravoltas há algo de inacreditável. Quem imaginaria que o Real Madrid, após ter ganho três Champions seguidas, estaria agora a viver a sua pior época das últimas décadas? Mais: que o próprio Florentino Pérez, presidente unânime para os milhões de adeptos merengues, fosse agora contestado.

“Florentino, demissão! Florentino, demissão”, gritaram muitos adeptos do Real Madrid, na terça-feira à noite, após a derrota frente ao Ajax por 4-1 - e o afastamento precoce da Liga dos Campeões.

Talvez Cristiano Ronaldo tenha sido um visionário ao mudar-se para Juventus. Ou porventura seja o principal responsável pela queda da antiga equipa.

Eliminados da Taça do Rei, da Liga dos Campeões e (muito) distantes dos lugares cimeiros da La Liga, os merengues estão praticamente de luto. Seria necessário um terramoto futebolístico (ou um milagre, depende da perspectiva) para o Barcelona perder os doze pontos de avanço que leva do Real.

E assim, quando ainda estamos no início de março, a época do Real já quase pode ser dada como terminada. Solari estará de saída, apontam os desportivos espanhóis, tal como alguns dos principais jogadores: Marcelo, Bale e Isco.