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“Manafá, com o braço fora do plano do corpo, dominou a bola. O árbitro não viu e o VAR estava a lavar os dentes após o jantar”

Manuel Mota, o juiz da partida entre o FC Porto o Sp. Braga, cometeu erros que podem ter influenciado o resultado da eliminatória. “Manuel Mota, a cada jogo que passa, desaprende. Está sem confiança, sem critério, completamente baralhado”, aponta Jorge Coroado, especialista em arbitragem

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HUGO DELGADO/LUSA

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O FC Porto garantiu, na terça-feira à noite, o seu lugar na final da Taça de Portugal, depois de empatar com Sp. Braga a uma bola. Os bracarenses, contudo, tem razões de queixa ao nível da arbitragem. Manuel Mota, o juiz da partida, cometeu erros que podem ter influenciado, efetivamente, o resultado da eliminatória. “Manuel Mota, a cada jogo que passa, desaprende. Está sem confiança, sem critério, completamente baralhado”, aponta Jorge Coroado, especialista em arbitragem do “Jogo”.

Minuto 10. Éder Militão cometeu falta para penálti?

“Militão intercetou a bola com a zona da barriga e, depois, esta bateu-lhe no braço esquerdo que estava num movimento natural. Lance discutível onde se aceita a decisão do árbitro”, defende Jorge Faustino no “Record”.

“A bola bate primeiro no peito de Militão, mas com o braço faz o movimento de forma deliberada. Era penálti”, aponta Fortunato Azevedo no “Jogo”.

Minuto 15. Golo bem invalidado ao Braga por fora de jogo de Ricardo Horta?

“No momento em que a bola foi jogada, Maxi Pereira coloca Ricardo Horta em posição legal. O VAR não devia ter indicado fora de jogo. Manuel Mota deveria ter validado o golo. Erro ao recomeçar o jogo com um livre indireto”, escreve José Leirós no “Jogo”. A mesma opinião é também subscrita pelos outros dos especialistas em arbitragem do desportivo.

Já no “Record”, Jorge Faustino e Marco Ferreira defendem a decisão de Manuel Mota. “Horta surge isolado, ligeiramente adiantado em relação à linha defensiva com o corpo inclinado para a frente em posição irregular. Na sequencia da jogada, é obtido golo, anulado pelo VAR”, aponta Marco Ferreira.

Minuto 38. Penálti por assinalar por alegada falta de Manafá?

“Manafá, com o braço fora do plano do corpo, dominou a bola. O árbitro não viu e o VAR estava a lavar os dentes após o jantar”, escreve Jorge Coroado no “Jogo”. José Leirós e Fortunato Azevedo apontam no mesmo sentido.

“Manafá disputou a bola com Paulinho e, no choque com o avançado, tocou-a com o braço esquerdo, num lance cujo movimento é aparentemente casual”, escreve Duarte Gomes na “Bola”.