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Caso dos e-mails. Colaborador do FC Porto viajou para Budapeste após divulgar mensagens

Viagem de Diogo Faria à Hungria ocorreu pouco depois de a revista “Sábado” ter divulgado quem era o principal suspeito de ser o pirata informático que atacou os rivais da Luz

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Diogo Faria, coautor do livro “Polvo Encarnado” e colaborador do FC Porto, viajou para Budapeste, a 18 de novembro do ano passado, num momento em que o Porto Canal já estava proibido de divulgar e-mails do Benfica, revela o “Correio da Manhã” esta terça-feira.

A viagem de Diogo Faria ocorreu pouco depois de a revista “Sábado” ter divulgado quem era o principal suspeito de ser o pirata informático que atacou os rivais da Luz.

Diogo Faria, que foi colega de curso de Rui Pinto e garantiu ao juiz do Tribunal Cível do Porto que não contactava com o hacker desde 2013, não revelou a deslocação à Hungria em tribunal, quando foi ouvido.

Tanto Diogo Faria como Rui Pinto estudaram História, na Faculdade de Letras do Porto. Foi a partir daquela universidade que Rui Pinto acedeu aos servidores da Doyen.