Tribuna Expresso

Perfil

Revista de Imprensa

O apanha-bolas que se tornou um herói de Anfield

O quarto golo do Liverpool frente ao Barcelona tornou-se tema de discussão e muitos elogios nas redes sociais. Foi num canto rapidamente marcado (por Trent Alexander-Arnorld)) que se fez o golo (de Origi) que virou a eliminatória. Mérito de quem? Do apanha-bolas

Expresso

Partilhar

É nas grandes vitórias que os mais pequenos detalhes e sortes contam. Que o diga o Liverpool. Ontem à noite, a equipa orientada por Jürgen Klopp obliterou o Barcelona por 4-0 em Anfield, conseguindo assim um lugar na final da Liga dos Campeões. Ninguém esperava que a equipa de Messi caísse, tendo em conta o resultado da primeira mão (3-0).

Ora, jogar em Anfield pode ter tido alguma influência no resultado final: moral, é evidente, mas não só.

Nas últimas horas, o quarto golo do Liverpool tornou-se tema de discussão e muitos elogios nas redes sociais. Foi num canto rapidamente marcado (por Trent Alexander-Arnorld)) que se fez o golo (de Origi) que virou a eliminatória. Mérito de quem? Do apanha-bolas.

Há imagens que mostram que o apanha-bolas que estava naquele canto do estádio foi fundamental no lance. Este deu a bola a Trent rapidamente e pediu diretamente a Origi que retirasse de campo uma outra, que estava perdida na grande área do Barcelona, para que o jogo recomeçasse.

Apanhados em contra-pé, os jogadores do Barcelona não conseguiram antecipar a jogada… e assim o Liverpool marcou.

Graeme Souness, treinador que orientou Liverpool e Benfica na década de 1990, já pediu que o jovem apanha-bolas fosse premiado com dois bilhetes para a final de Madrid e um bilhete de época para Anfield.

“Todos os jogadores do Barcelona viraram as costas. Isso é criminoso, criminoso para um jogador de futebol profissional”, afirmou o treinador escocês.