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“Onde estiveram os confrontos? O Fernando Madureira tirar o casaco e a camisola? Quando muito é um confronto com o alfaiate”

Pinto da Costa nega que existam quezílias internas no FC Porto, entre o plantel e as claques

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Pinto da Costa nega que existam quezílias internas dentro do FC Porto ou com a claque Super Dragões, em entrevista ao jornal “O Jogo” esta quarta-feira. O presidente dos dragões aponta, isso sim, culpas à comunicação social e a um comentador desportivo em particular.

“Não sei a que tipo de problemas [internos] se refere. Talvez esteja a falar do pequeno desacordo que houve em Vila do Conde, da claque com os jogadores e técnicos. Isso é perfeitamente normal e não atingiu o espírito do grupo. A prova disso foi o apoio que a claque manteve nos dois jogos seguintes. Inclusive na Madeira houve um apoio maciço, demonstrando que estavam identificados uns com os outros. Não entendo que se diga que houve um desfasamento quando a claque exibiu uma tarja a dizer que odeiam os que não se zangam quando perdem e referindo-se ao Sérgio Conceição dizendo que ele é um dos nossos”, começou por dizer Pinto da Costa.

Segundo o líder do FC Porto, o problema com a claque foi criado, em parte, pela comunicação social. “Onde estiveram os confrontos? O Fernando Madureira tirar o casaco e a camisola? Quando muito é um confronto com o alfaiate. Esse senhor Brás [comentador desportivo na TV24] - e gosto muito de Bacalhau à Brás, que foi o meu almoço hoje - é inqualificável, fala como uma metralhadora mas só dispara ódio ao FC Porto. Atrever-se a comparar uma contestação do Fernando Madureira em que Sérgio Conceição está comigo a falar com os adeptos junto do autocarro com os incidentes de Alcochete… Esse senhor é desonesto”, atira o presidente dos dragões.