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Varandas: “Há pessoas que têm dificuldade em viver em democracia. A cultura do medo e da perseguição acabou no Sporting”

Em entrevista à rádio “Observador” esta segunda-feira, Frederico Varandas, presidente do Sporting, minimizou o incidente ocorrido na Assembleia Geral do clube realizada sábado

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JOÃO RELVAS

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Nem todas as críticas merecem ser ouvidas. Melhor, depende de quem vêm. Em entrevista à rádio “Observador” esta segunda-feira, Frederico Varandas, presidente do Sporting, minimizou o incidente ocorrido na Assembleia Geral do clube realizada sábado.

“Não podemos misturar uma centena de sócios com dezenas e dezenas de milhares de sócios. São pessoas que têm alguma dificuldade em viver em democracia ou não querem viver em democracia mas essas pessoas já perceberam que a cultura do medo e da perseguição acabou no Sporting, Essas pessoas não têm mais resiliência, perseverança e resistência do que eu. Quem manda é vontade da maioria dos sportinguistas. Hoje, no Sporting, há espaço para divergentes opiniões e para a crítica mas sempre com respeito”, atirou.

Questionado sobre a situação de Bruno de Carvalho - a decisão da expulsão de sócio do clube ou não, que está agendada para o próximo sábado -, Varandas retirou-se da equação. “Não tenho de concordar ou deixar de concordar [com a expulsão]. Não vamos tolerar que haja falta de respeito”, disse.