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Sindicato de jogadores promoveu reunião virtual com todos os capitães do futebol profissional

Joaquim Evangelista reuniu com os representantes da I e da II ligas no Whatsapp. Houve consenso quanto à paragem

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Joaquim Evangelista, presidente do Sindicato dos Jogadores

Mário Cruz

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Joaquim Evangelista, presidente do sindicato de jogadores, convocou os capitães dos clubes das duas ligas profissionais para um grupo de WhatsApp, antes mesmo de o organismo que rege esses dois campeonatos ter decidido que os jogos seriam à porta fechada. Segundo “O Jogo”, Evangelista enviou mensagem personalizada a cada um dos capitães a dar conta de que iria criar dois grupos distintos, um deles para aferir da vontade dos jogadores em relação a jogar sem restrições, jogar à porta fechada ou não jogar de todo.

A decisão terá sido jogar à porta fechada. Entretanto, as circunstâncias mudaram e houve nova reunião ontem. Por isso, na noite de terça-feira, Evangelista marcou nova reunião à distância. De forma unânime, os capitães das equipas manifestaram o desejo de parar a competição. Isso também terá funcionado como pressão junto da Liga.

Luís Silva, capitão do Leixões, terá alertado para os estágios em hotéis da zona de Lisboa ou do Porto, habitualmente cheios de turistas. Evangelista prometeu que iria transmitir a vontade dos jogadores aos responsáveis da Liga e da FPF.

Entretanto, ainda de acordo com “O Jogo”, pelo menos o grupo de capitães da II Liga continua ativo, para que os jogadores partilhem dúvidas, esclarecimentos, problemas ou constrangimentos. Todas as equipas já terão decretado a paragem dos treinos, com a exceção do Vilafranquense, que ainda tinha sessão de trabalho agendada para hoje.