Tribuna Expresso

Perfil

Revista de Imprensa

“Quando terminava o jogo, Ronaldinho ia para Cancun ou Playa del Carmen. Nunca o vi treinar a uma segunda-feira”

Patricio Rubio foi colega de Ronaldinho Gaúcho no México e recorda como era o dia-a-dia com o brasileiro

Tribuna Expresso

Partilhar

Ronaldinho Gaúcho deixou a sua marca por onde passou. Fê-lo principalmente graças ao que conseguia criar com a bola nos pés, um virtuosismo que lhe valeu ser considerado o melhor do mundo. Depois de pendurar as chuteiras, em 2018, o brasileiro continuou a aparecer nas notícias, embora os motivos já não sejam para aplausos.

O ex-jogador do Barcelona deixou esta semana a prisão onde estava detido, no Paraguai, e passou a cumprir pena domiciliária num hotel de luxo. Detido por ter apresentado um passaporte falso, Ronaldinho pagou 1,46 milhões de euros para que ele e o irmão, Assis, antigo jogador do Sporting, poderem deixar a cadeia.

Na fase ascendente da carreira, Ronaldinho Gaúcho passou pelo Querétaro, do México, onde encontrou Patricio Rubio, atual jogador do Everton do Chile. O jogador recordou os tempos passados com o craque brasileiro, numa entrevista a um canal de televisão mexicano.

"Jogávamos sempre às sextas-feiras em casa, porque no México cada equipa tem o seu próprio calendário durante a competição. Quando terminava o jogo, Ronaldinho apanhava um avião particular e ia para Cancun ou Playa del Carmen. Regressava na terça-feira e nunca o vi treinar a uma segunda-feira. Era um craque", afirmou.

Ronaldinho e o irmão estão no Paraguai desde 4 de março. O motivo da viagem seria um evento promovido por uma empresária. Por terem apresentado documentos falsos, foram presos dois dias depois da chegada.