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Jogadores do Praiense passam dificuldades e há colegas que ajudam colegas para conseguirem uma refeição

O clube açoriano que atua no Campeonato de Portugal tem atletas a depender dos colegas para comer

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O Praiense, clube de Praia da Vitória, na Ilha Terceira, vive dias complicados. De acordo com o jornal “A Bola”, com a pandemia e as medidas restritivas decretadas pelo governo regional dos Açores, o clube viu-se obrigado a encerrar a sede e perdeu a cozinheira que confecionava a comida para o plantel deixou de o poder fazer.

Para além disso, há ordenados em atraso e a escassez de recursos financeiros começa a criar algumas situações dramáticas. Segundo o diário desportivo, ao longo da última semana, alguns jogadores tiveram de se socorrer dos colegas para conseguirem ter uma refeição.

Segundo o clube, a sua parte dos ordenados está em dia. Em falta estará a fatia que cabe ao investidor espanhol Luis Óliver liquidar está em atraso. Óliver, que também tem participações noutros clubes espanhóis, esteve internado com Covid-19 mas recuperou e está em casa.

O empresário ter-se-á mostrado incomodado pela insistência nos pedidos de pagamento ao Praiense. Segundo o espanhol, a recente alta médica mereceria outra sensibilidade.

A verdade é que esse dinheiro é essencial, principalmente para os jogadores que não têm família na Terceira. Tem-lhes valido a solidariedade dos colegas.