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“Eu vi Michael Schumacher e espero que todos o possam ver novamente”, diz Jean Todt, antigo chefe da Ferrari

Amigo próximo do antigo piloto de Fórmula 1, o francês vai sendo o porta-voz da família. No Grande Prémio da Hungria, Todt voltou a falar sobre Schumacher, dando alguma esperança de que o alemão está a recuperar

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Darren Heath Photographer

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Apenas a família mais chegada e os amigos de confiança podem passar os portões da casa de Michael Schumacher nas margens do Lago Geneva. O silêncio tem rodeado a condição do alemão desde o acidente de ski nos Alpes Franceses há seis anos e meio. Várias operações delicadas e 254 dias no hospital depois, a mensagem de Jean Todt deu alguma esperança aos fãs.

O antigo chefe de Schumacher na Ferrari tem sido um dos amigos bem-vindos em casa do recordista de títulos na Fórmula 1. O atual presidente da FIA falou em Budapeste, durante o Grande Prémio da Hungria. “Vi o Michael a semana passada. Está a lutar. Espero que o mundo possa vê-lo novamente. É para isso que ele e a sua família estão a trabalhar.”

Os dois homens colaboraram para fazer com que a Ferrari regressasse aos sucessos depois de duas épocas dormentes. Todt, de 74 anos, considera Schumacher, de 51, um segundo filho. Por vezes assistem a corridas juntos e Todt mantém um contacto próximo com Corinna, a mulher com quem Schumacher está casado há 25 anos. Aliás, foi Corinna quem insistiu no secretismo por detrás da evolução do marido.

No mês passado, surgiram relatos de que Michael iria ser submetido a cirurgia com células estaminais, mas uma fonte informou o “Daily Mail” de que isso era improvável, pelo menos por agora, tendo em conta as restrições causadas pela pandemia do novo coronavírus.