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E pronto, o pacto de concórdia foi assinado e Jean Todt acredita que vem aí “um novo e excitante capítulo para a Fórmula 1”

As 10 equipas da grelha de partida concordaram com as novas regras que, aparentemente, permitirão um maior equilíbrio nas contas e na competição

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Dan Istitene - Formula 1

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As equipas de Fórmula 1 assinaram unanimemente o novo pacto de concórdia que irá reger a modalidade entre 2021 e 2025. Ferrari, McLarem e Williams anunciaram o apoio à revisão dos termos na terça-feira, com os outros sete construtores a seguirem-lhes os passos. O acordo pretende equilibrar a F1 em termos financeiros.

A FIA emitiu um comunicado sobre o tema: “A FIA e a Fórmula 1 podem confirmar que as 10 equipas assinaram o novo pacto de concórdia. O acordo deriva de discussões prolongadas ao longo dos últimos 12 meses com todas as equipas, a Fórmula 1 e a FIA. O acordo irá assegurar um futuro sustentável a longo prazo para Fórmula 1 e, combinado com as novas regras, anunciadas em outubro de 2019 e que entrarão em vigor em 2022, irá reduzir as disparidades financeiras e em pista”.

O anúncio foi adiado uma semana depois de a Mercedes ter pedido que o acordo fosse revisto. Ferrari, McLaren e Williams queriam assinar o pacto durante o Grande Prémio do 70º aniversário em Silverstone.

O presidente da FIA, Jean Todt, disse que o anúncio marca “um novo e excitante capítulo para a Fórmula 1”. “A conclusão do novo pacto de concórdia entre a FIA, a Fórmula 1 e as 10 equipas atuais assegura um futuro estável para o campeonato do mundo de Fórmula1,” disse Todt.

“Ao longo dos seus 70 anos, a Fórmula 1 desenvolveu-se a um ritmo impressionante, impulsionando as fronteiras da segurança, da tecnologia e da competição até ao limite, e hoje confirma que um novo capítulo dessa história está a começar,” concluiu o francês.

O presidente da Fórmula 1, Chase Carey, acrescentou: “Todos os nossos fãs querem ver corridas mais renhidas e todas as equipas a terem hipótese de chegar ao pódio. O novo pacto de concórdia, com as regras para 2022, vai colocar em ação as fundações para que isso seja realidade e criar um ambiente que seja financeiramente mais justo e que encurte as distâncias entre equipas na pista”.