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O negócio de Rúben Semedo está parado por causa da venda de João Carvalho ao Forest, o que atrasa a ida de Pêpê para o Olympiakos. Confuso?

O dono do Olympiakos é também proprietário do Nottingham Forest, de Inglaterra, que deve dinheiro ao Benfica pela compra de João Carvalho. Entretanto, a ida de Pêpê para o clube grego foi suspensa porque o passe do jogador do Vitória de Guimarães é detido em parte pelo Benfica

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ANDREJ CUKIC

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A confusão envolve quatro clubes e três jogadores. De acordo com o jornal “A Bola”, Evangelos Marinakis, dono do Olympiakos, quer que o Benfica pague 12 milhões de euros pelo central Rúben Semedo, mas existe a hipótese de o jogador ser vendido por 10 milhões.

Ao mesmo tempo, Marinakis é dono do Nottingham Forest e o clube inglês tem de pagar a última prestação dos 15 milhões de euros acordados com o Benfica pelo jovem João Carvalho. Ou seja, neste caso Marinakis deve seis milhões de euros ao Benfica.

Há ainda o caso de Pêpê, médio do V. Guimarães que o Olympiakos quer contratar. Acontece que o jogador provém da formação do Benfica e o clube da Luz detém parte do passe. Em Atenas há quatro dias, Pêpê poderá ter de esperar mais algum tempo até que o impasse se resolva.

O negócio entre o Vitória de Guimarães e o campeão grego é de 4,5 milhões mas existe um acordo entre Benfica e Vitória. Desse valor, três milhões são para as Águias.

Segundo “A Bola”, o Benfica quer usar esses créditos a seu favor e fazer com que o preço pedido por Rúben Semedo baixe. No entanto, o Olympiakos e o seu dono, Marinakis, não gostaram da forma como o Benfica abordou o negócio, o que está a atrasar a transferência de Pêpê.