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Presidente do Barcelona enfrenta moção de censura com 18.000 assinaturas

A oposição a Bartomeu tem trabalhado com afinco para terminar o reinado do atual presidente do clube catalão e organizar novas eleições. O descontentamento não é de agora e tem-se intensificado nos últimos meses

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Juan Medina

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A moção de censura a Josep Maria Bartomeu, presidente do Barcelona, é inevitável. O jornal espanhol “Marca” assegura que a iniciativa recolheu 18.000 assinaturas, quando necessitava de apenas 16.521. O prazo para recolher apoios termina hoje, ao meio dia, e o documento deverá ser apresentado ao clube hoje de tarde.

Uma vez alcançado o número necessário de assinaturas, o Barcelona dará início ao processo de validação. O notário terá de confirmar o número de subscritores e, a partir daí, será iniciado o procedimento para levar a cabo um referendo à continuidade de Bartomeu. A votação realizar-se-á nos 10 a 20 dias úteis seguintes. Se dois terços votarem a favor da moção, a direção do clube catalão será obrigada a cessar funções. Nesse caso, serão convocadas novas eleições.

Os promotores da iniciativa aceleraram o processo nas últimas horas. Ontem, os números andavam à volta dos 14.000. Está prevista uma conferência de imprensa para amanhã, às 12 horas, para esclarecer a comunicação social e o público acerca do próximo passo.