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Pogba abandona seleção francesa em desacordo com Macron, que acusou o Islamismo de ser a fonte do terrorismo internacional

O internacional francês converteu-se ao Islamismo e considera insultuosas as palavras do presidente, bem como o facto de ter sido atribuída a mais alta condecoração do Estado ao professor assassinado. Paul Pogba veio, entretanto, desmentir um artigo da comunicação social inglesa que dava conta de um alegado abandono da seleção francesa por um diferendo com o presidente francês, Emmanuel Macron. Fizemos uma revista de imprensa baseando-se nesse artigo e pedimos desculpa aos leitores.

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Tim Clayton - Corbis

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O jogador do Manchester United vai deixar a seleção francesa depois de o presidente francês ter declarado que o Islão é a fonte do terrorismo internacional. De acordo com vários meios de comunicação do Médio Oriente, o campeão mundial, que se converteu ao Islão, não terá gostado dos comentários de Macron no discurso de sexta-feira.

O abandono de Pogba foi anunciado no domingo num site árabe de desporto. O comunicado dizia que a decisão do francês se baseava nos comentários de Macron e no facto de ter sido atribuída a mais alta condecoração do Estado ao professor assassinado por ter mostrado aos seus alunos as caricaturas de Maomé publicadas no “Charlie Hebdo”.

A publicação dizia também que Pogba considerou a decisão um insulto aos muçulmanos franceses e a ele próprio, especialmente tendo em conta que o Islão é a segunda religião mais popular, a seguir ao Cristianismo. À volta do mundo, vários países e organizações muçulmanas estão a apelar ao boicote dos produtos franceses.

*Paul Pogba veio, entretanto, desmentir um artigo da comunicação social inglesa que dava conta de um alegado abandono da seleção francesa por um diferendo com o presidente francês, Emmanuel Macron. Fizemos uma revista de imprensa baseando-se nesse artigo e pedimos desculpa aos leitores.