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O contrato de José Mourinho com o Tottenham não tem cláusula de rescisão. Para dispensar o português, os Spurs terão de gastar muito

Segundo o “The Athletic”, o contrato assinado em novembro de 2019 pelo técnico, válido até 2022/23, não refere qualquer cláusula de rescisão. Assim, se o Tottenham decidir despedir o atual treinador, terá de gastar uma quantia considerável

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Neil Hall

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A pressão sobre Mourinho tem aumentado, à medida que a prestação do Tottenham nas diversas competições disputadas vai piorando. A equipa do Norte de Londres perdeu quatro dos últimos cinco jogos. No último fim de semana, os Spurs foram derrotados pelo Manchester City de Guardiola por 3-0. As esperanças de ganhar um troféu sofreram também um abalo com a eliminação do Tottenham da FA Cup pelo Everton.

Alguns adeptos vão-se mostrando menos tolerantes com o treinador português e, caso o descontentamento chegue também aos dirigentes do clube, haverá uma questão para resolver, segundo o “The Athetic”: o contrato assinado por Mourinho em 2019, até ao fim de 2022/23, não tem cláusula de rescisão.

A notícia acrescenta que, nesse caso, não havendo cláusula para nenhum dos lados, o Tottenham teria que oferecer a Mourinho uma quantia significativa. Isto caso o clube londrino considere que chegou a hora de mudar de treinador.

Recorde-se que Mourinho substituiu Maurício Pochettino na primeira metade da época passada. Segunfo o “The Athletic”, não há, para já, indicações de que o português vá ser demitido. Mourinho ganha o dobro do seu antecessor por ano.

Por outro lado, o treinador está determinado em dar aos londrinos o seu primeiro troféu desde a Taça da Liga de 2008. Para já, os Spurs estão qualificados para a final, marcada para dia 25 de abril, em Wembley, mas o adversário chama-se Manchester City. Lembre-se também que o Tottenham esteve na final da Liga dos Campeões de 2019, tendo sido derrotado pelo Liverpool.