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O testemunho de Francisco Geraldes e o salário elevado do treinador: o que consta na acusação contra Amorim e contra o Sporting

O jornal "Record" garante que o Sporting irá até ao Tribunal Constitucional por Rúben Amorim, se for necessário, e avança alguns dos pontos que constam da acusação da Comissão de Instrução da Liga

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De acordo com o jornal “Record”, já na semana passada, quando Amorim renovou contrato, o Sporting sabia o que o esperava. A Associação Nacional de Treinadores de Futebol já tinha reportado a situação em março de 2020, ou seja, há um ano. Em resposta, a Comissão de Instrutores da Liga propõe que o Conselho de Disciplina da FPF castigue Rúben Amorim com penas de suspensão que podem ir de um a seis anos.

Segundo o jornal “Record”, a Comissão de Instrutores da Liga já terminou o seu trabalho há duas semanas. O Conselho de Disciplina poderá decidir já hoje o que pretende fazer. As opções são abrir um processo ou proceder ao arquivamento.

O Sporting está convencido de que o Conselho não irá optar pela segunda opção e prepara-se para a “guerra”. Isso pode significar uma tournée pelos diferentes tribunais, indo do CD até ao TAD, de seguida para o Tribunal Administrativo e, em última instância, o Tribunal Constitucional.

Por outro lado, o "Record" avança que o antigo jogador do Sporting, Francisco Geraldes, foi ouvido como testemunha pela Comissão de Instrutores da Liga a 15 de outubro de 2020 já na qualidade de futebolista do Rio Ave. O jornal garante que as informações recolhidas junto de Geraldes serviram de base para a acusação, pois o médio reafirmou que Rúben Amorim fora contratado como treinador principal pelos de Alvalade sem estar devidamente 'encartado' para tal.

Outros dos pontos que constam na acusação são as conferências de imprensa de Amorim, que projetaram a imagem de liderança, e o facto de estar a ganhar 40 vezes mais do que Emanuel Ferro, o suposto treinador principal.