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Aumenta a pressão no Benfica com a derrota frente ao Gil Vicente. Na Luz, faz-se contas e força-se o otimismo

Depois de uma sucessão de bons resultados, dando a entender que o clube da Luz tinha entrado na linha, a derrota em casa com o Gil Vicente reacendeu medos e pôs o segundo lugar mais longe. Daqui para a frente, poderá dizer-se que a luta pelo título é a dois: Sporting e FC Porto. Os lugares de acesso direto à Liga dos Campeões parecem estar entregues, o que põe Vieira a fazer contas ao que gastou em jogadores - e treinador - e os resultados práticos

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Os dirigentes do Benfica sentiram a humilhação da derrota com o Gil Vicente, na Luz. A sensação era visível também nos rostos dos jogadores, que aparentavam ter atirado a toalha ao chão, seja na luta pelo título – que já não era realista – como na tentativa de chegar ao segundo lugar e garantir acesso direto à Liga dos Campeões.

Terá sido, aliás, esse falhanço a aproximar o Benfica do grupo dos milionários fundadores da Super Liga Europeia. No entanto, diz o “Record”, Luís Filipe Vieira não esquece a UEFA e as competições oficiais da organização que (ainda) gere o futebol no velho continente.

De acordo com o diário desportivo, os dirigentes benfiquistas consideram que o clube não pode ficar fora da Liga dos Campeões pelo segundo ano consecutivo. Está em causa o prestígio mas também o dinheiro que o Benfica pode ganhar para compensar a crise gerada pela Covid-19 e o investimento avultado em jogadores e treinador que, claramente, não tem dado os resultados esperados.

Faltam sete jogos para o fim do campeonato e o Benfica não depende de si para chegar ao segundo lugar. O FC Porto parece ter a situação controlada e seria preciso que os Dragões perdessem pelo menos um jogo para que os Encarnados tivessem alguma hipótese de chegar ao segundo dos lugares de acesso direto à Liga dos Campeões.

O “Record” diz que a derrota com o Gil Vicente tem sido o principal tema de conversa entre os dirigentes do Benfica. Apesar da preocupação, o grupo que lidera o clube da Luz crê que ainda é tempo de “cerrar fileiras” e enfrentar as últimas sete partidas da Liga Portuguesa.