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Cristiano Ronaldo no banco e Juventus na Liga dos Campeões. Pirlo explica

O último jogo da primeira época de Pirlo à frente da Juventus terminou com um suspiro de alívio. A equipa que viu o seu domínio no futebol italiano passar este ano para a luta por uma presença na Europa, garantiu na última jornada o acesso à Liga dos Campeões. E com Cristiano Ronaldo sentado no banco

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Daniele Badolato - Juventus FC

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A Juventus venceu o último jogo da temporada mais difícil desde 2010/11. Desde essa época que a Juventus não terminava no primeiro lugar da Série A. Com uma lenda do clube enquanto jogador no comando técnico da equipa sem ter tido experiência prévia enquanto treinador, a Juve lá conseguiu ganhar ao Bolonha por 4-1 e garantir a presença na Liga dos Campeões.

A surpresa da noite não foi essa porque, apesar de tudo, era esperado que a Juventus não perdesse um comboio que está habituada a apanhar. Pirlo tem mostrado coragem nas decisões, quiçá porque o seu estatuto no clube, ainda que não como treinador, é (quase) inquebrável. Não há muitos que deixem Cristiano Ronaldo no banco, mesmo tendo em conta o cansaço do fim de época.

Andrea Pirlo explicou: "Foi uma decisão partilhada, ele estava cansado do jogo de quarta-feira e optei por ter um jogador como o Morata". E a verdade é que, no final da partida, lá estava o internacional português de sorriso no rosto, o que não é comum nas poucas vezes em que é relegado para o banco de suplentes.

Apesar do título perdido, a equipa de Turim, entre treinadores e jogadores, mostrava-se satisfeita. O próprio Pirlo parecia aliviado: "Para mim é importante terminar bem o trabalho iniciado este verão e apurar a equipa para a Liga dos Campeões”.

O treinador de 42 anos fez também um pequeno balanço da sua primeira temporada no cargo, logo num dos maiores clubes do mundo, do qual é adepto. "Demorei a entrar na cabeça da equipa, entrar na Juventus como treinador não foi fácil. Os jogadores deram-me grande disponibilidade e isso fez-me crescer muito. Este ano aconteceu tudo, ajudou-me a fazer escolhas e a partir daqui é preciso começar de novo."