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Depois de ter caído inanimado no relvado e ter sido levado para o hospital, Rochinha (V. Guimarães) já teve alta e está em casa

Foi grande o susto no Vitória - Belenenses SAD. Aos 77 minutos, o choque de cabeças entre Rochinha e Safira fez com que o primeiro caísse inanimado no chão. O jogador do Vitória foi levado para o hospital com um traumatismo e perda de sentidos

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Gualter Fatia

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Depois do susto, Rochinha pode respirar de alívio. O jogador formado no Benfica e atualmente no Vitória de Guimarães chocou de cabeça com Safira, do Belenenses SAD, e caiu inanimado na relva. Corria o minuto 77 e jogadores de ambas as equipas tentavam controlar o nervosismo devido ao estado do companheiro de equipa ou de profissão. O jogo, que acabou por não ter golos, esteve longos minutos parado, até Rochinha ter sido levado para o hospital com um traumatismo.

Felizmente, após a realização de exames, o jogador vitoriano recebeu alta e já está em casa, a descansar, avançam os diários "Record" e "O Jogo". Mas este tipo de situações está cada vez mais na agenda da UEFA e da FIFA. Há uma preocupação com os lances que envolvem choques de cabeça, não só pelos efeitos imediatos como pelas consequências que podem trazer no futuro. Há várias teorias que associam a quantidade de traumatismos sofridos por futebolistas cuja ação envolve cabeceamentos regulares (mesmo na bola) e choques (do género do de Rochinha e Safira) com doenças neurológicas desenvolvidas numa idade mais tardia.

E depois existe sempre a memória de Miklós Fehér, falecido jogador de FC Porto, SC Braga e Benfica, que caiu inanimado e acabou por morrer em pleno relvado, deixando jogadores e treinadores de ambos os lados – curiosamente, o jogo opunha Benfica e Vitória no D. Afonso Henriques – desolados. No caso do jogador húngaro não houve qualquer choque com outro futebolista.