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Vlachodimos e a final do Euro 2004: “Lembro-me bem. Havia muitos gregos em Estugarda e quando ganhámos fomos todos para a rua”

O guarda-redes grego do Benfica defrontou esta quinta-feira, em casa, a seleção espanhola. Antes disso, o jornal "Marca" entrevistou-o e Vlachodimos falou sobre a Grécia de 2004, o antigo companheiro Raul de Tomás e o aproximar do Barcelona-Benfica, para a Liga dos Campeões

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Carlos Rodrigues - UEFA/Getty

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Odysseas Vlachodimos viu a sua baliza abrir-se apenas uma vez durante o jogo entre a Grécia e a seleção espanhola. Foi o suficiente para que os helénicos saíssem derrotados e a Espanha chegasse ao primeiro lugar do grupo de qualificação para o Mundial. Mas, antes disso, o jornal “Marca” entrevistou o grego nascido em Estugarda, na Alemanha, e a viver em Portugal.

Um velho conhecido dos benfiquistas, Raul de Tomás, foi chamado à seleção de Espanha para substituir Ansu Fati. Apesar do pouco tempo que RdT passou no Benfica, Vlachodimos só tem elogios para o jogador do Espanyol de Barcelona: “Joguei com ele seis meses e, cuidado, é muito bom”. Acabou por ser Sarabia, jogador do Sporting, e não o ex-Benfica, a marcar o golo solitário que valeu o triunfo dos espanhóis.

A extensa entrevista deu para falar de quase tudo, inclusive da chegada de Vlachodimos à baliza, quando era miúdo. “Sou guarda-redes porque o meu irmão é mais velho e só queria rematar à baliza. Como eu era mais novo, tinha de ser guarda-redes. Nunca joguei noutra posição”.

Tema inevitável foi a vitória do Benfica sobre o Barcelona, por 3-0, e a possível “vingança” dos catalães na visita do clube da Luz ao Camp Nou. Odysseas jogou pelo seguro, como se espera de um guarda-redes: “Estivemos muito bem no outro jogo. Agora vamos ter um encontro importante para chegar ao segundo lugar. Não vai ser fácil”.

O guardião, que elege o holandês Van der Sar como ídolo, recordou também a vitória da Grécia no Euro 2004, de má memória para Portugal. “Sim, lembro-me bem. Víamos os jogos todos juntos e, quando a Grécia ganhou, fomos para a rua com os carros em Estugarda. Havia muitos gregos lá,” lembra Odysseas.