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John Wall, o segundo jogador mais bem pago da NBA, continua sem jogar. E pode ficar assim até ao verão

Em setembro, os Rockets decidiram que iam negociar o base e deixá-lo sair para outra equipa, mas o plano saiu furado. Apesar de não faltarem interessados, ninguém estava disposto a assumir o pesado contrato (38,9 milhões de euros por época) ou a ceder escolhas nos drafts. Wall só volta a jogar quando o impasse estiver resolvido

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Tim Warner

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Os Houston Rockets vivem por estes dias uma situação inusitada. Estão no último lugar da conferência oeste da liga de basquetebol norte-americana (NBA), com 13 derrotas em 14 jogos, e continuam sem contar com a estrela da banda, que chegou em dezembro de 2020. Ou, pelo menos, com o homem que conta o segundo maior salário da NBA, John Wall.

A história resume-se facilmente. Em setembro, os Rockets decidiram que iam negociar o base e deixá-lo sair para outra equipa, mas o plano saiu furado, já que, apesar de não faltarem interessados, ninguém estava disposto a assumir o pesado contrato (38,9 milhões de euros por época) ou a ceder escolhas nos drafts, conta o “El País”, na edição desta quinta-feira. A remuneração de Wall só é superada pela do mago dos três pontos, Stephen Curry (40,1 milhões de euros).

Segundo a imprensa, Los Angeles Clippers, Miami Heat e Detroit Pistons seriam alguns que piscaram o olho àquele que foi o número 1 do draft de 2010.

O jogador e clube acordaram que o atleta não competiria até ser encontrada uma solução. Isto é, pode ficar sem jogar até ao verão de 2022, embora John Wall tenha a possibilidade de acionar o último ano de contrato, o que se traduziria em mais 41,8 milhões de euros para a conta bancária, de acordo com o diário espanhol.

Wall, castigado por algumas lesões ao longo da carreira e também no final da época passada (lesão no joelho), não joga desde 23 de abril.