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Todos os documentos da polémica de Ronaldo

Kathryn Morgan terá dito que não quis denunciar o alegado caso de violação por ter medo da reação dos fãs

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A defesa de Cristiano Ronaldo classifica como “pura invenção” as declarações em que ele aparentemente assume os sucessivos “não” de Mayorga, mas vários detetives americanos garantem que essa confissão, a ser validada pela polícia, tem relevância para a investigação criminal em curso e que o processo de Mayorga contra CR7 tem “base sólida”. Os documentos-chave são reproduzidos aqui pelo Expresso

Acordo assinado. Kathryn Mayorga e a sua advogada assinaram o acordo extrajudicial de janeiro de 2010, enquanto do lado de Cristiano Ronaldo as assinaturas couberam a dois advogados, incluindo Carlos Osório de Castro

Acordo assinado. Kathryn Mayorga e a sua advogada assinaram o acordo extrajudicial de janeiro de 2010, enquanto do lado de Cristiano Ronaldo as assinaturas couberam a dois advogados, incluindo Carlos Osório de Castro

Nome de código “Topher”. Os advogados envolvidos no acordo sempre se referiram a um “Topher”, mas há um documento em que o pseudónimo é identificado como Cristiano Ronaldo. E que foi assinado por ele

Nome de código “Topher”. Os advogados envolvidos no acordo sempre se referiram a um “Topher”, mas há um documento em que o pseudónimo é identificado como Cristiano Ronaldo. E que foi assinado por ele

Destruição de provas. O acordo dizia que Mayorga tinha de destruir provas sobre o caso. Em contrapartida, o advogado de Ronaldo ficou obrigado a ler ao jogador uma carta dela sobre o que aconteceu e de confirmar que o fez

Destruição de provas. O acordo dizia que Mayorga tinha de destruir provas sobre o caso. Em contrapartida, o advogado de Ronaldo ficou obrigado a ler ao jogador uma carta dela sobre o que aconteceu e de confirmar que o fez

Compensação. Os advogados de ambas as partes estabeleceram no acordo assinado que Ronaldo iria pagar a Mayorga 375 mil dólares em troca do seu silêncio e de não apresentar nenhuma queixa-crime contra ele.

Compensação. Os advogados de ambas as partes estabeleceram no acordo assinado que Ronaldo iria pagar a Mayorga 375 mil dólares em troca do seu silêncio e de não apresentar nenhuma queixa-crime contra ele.

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pormenores de documentos considerados relevantes na investigação da “Der Spiegel” a este caso são mostrados aqui e foram partilhados pela revista alemã, da qual o Expresso é parceiro

Questionário-chave. Num questionário com origem nos advogados de Ronaldo, os acontecimentos são abordados em grande detalhe. Aparentemente, trata-se das respostas dadas por Ronaldo, identificadas com a letra ‘X’

Questionário-chave. Num questionário com origem nos advogados de Ronaldo, os acontecimentos são abordados em grande detalhe. Aparentemente, trata-se das respostas dadas por Ronaldo, identificadas com a letra ‘X’

No questionário com as respostas aparentemente dadas por Ronaldo, as complicadas e longas são em português

Resposta compremetedora. A página 17 do questionário preparado pela equipa de Ronaldo é sobre o momento crítico. “Ela disse não e stop várias vezes”, lê-se numa resposta. Três meses depois, uma nova versão do questionário já não incluía isso

Resposta compremetedora. A página 17 do questionário preparado pela equipa de Ronaldo é sobre o momento crítico. “Ela disse não e stop várias vezes”, lê-se numa resposta. Três meses depois, uma nova versão do questionário já não incluía isso

Na segunda versão do questionário, três meses depois da primeira, as respostas mudam e o sexo já é consensual

Relatório policial. Há um relatório da Polícia de Las Vegas feito a 13 de junho de 2009, horas depois de Kathryn Mayorga ter estado no quarto de hotel com Ronaldo. Ela reporta um abuso sexual, mas não identifica o violador

Relatório policial. Há um relatório da Polícia de Las Vegas feito a 13 de junho de 2009, horas depois de Kathryn Mayorga ter estado no quarto de hotel com Ronaldo. Ela reporta um abuso sexual, mas não identifica o violador