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Fernando Santos e o sintético: "É uma final e as finais são para ganhar. Não há indicações para meter o pé ou não meter o pé"

Selecionador nacional garante que não há indicações específicas para o encontro de terça-feira frente à Lituânia, que se vai disputar num relvado sintético. Fernando Santos frisou ainda o cuidado que Portugal tem de ter com o contra-ataque do adversário

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ANTONIO COTRIM/LUSA

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Relvado sintético

“Sintético, não é relvado. É uma final, as finais são para ganhar, não há indicações para meter o pé ou não meter o pé. Tem é que jogar e ganhar. Temos de fazer o que fizemos nas Ilhas Faroé. Temos de contar com o que o adversário pode fazer, com humildade, entrega ao jogo, esquecendo onde vamos jogar. Temos de confiar nas nossas capacidades e características e se ganharmos ficamos perto. Acredito que vamos ganhar. Tínhamos seis finais, esta é uma delas. Queremos acabar em primeiro no grupo, só dependemos de nós”

Preparação

“Estivemos cá antes, tivemos atenção ao adversário, procurámos saber as características dos jogadores, mas principalmente da equipa, que é o que nos interessa mais, o que pode fazer nos momentos do jogo, o que podemos explorar”

Nélson Semedo

“Apresenta muitas queixas hoje, não vai treinar. Tenho 25 jogadores para jogar e acredito em todos”

Lituânia

“É uma equipa bem organizada, que trabalha bem, que em condições normais vai querer explorar o ataque rápido, o contra-ataque. Se tiver espaço pode criar problemas e temos de impedir que cresça no jogo, que acredite”

Melhorar

“Há sempre aspectos a melhorar, mas não há dias para trabalhar. Jogámos anteontem, vamos jogar amanhã, o que podemos fazer é falar com os jogadores, corrigir alguns aspetos”