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Demasiados sustos em tão poucos jogos

Apesar do bom pecúlio de pontos, Portugal arrancou a qualificação para o Mundial 2022 a tremer. Segue-se o Euro

Lídia Paralta Gomes

John Berry

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Às tantas, algures a meio da 1ª parte, na emissão da RTP1 falava-se da única derrota de Portugal frente ao Luxemburgo: aconteceu em outubro de 1961, durante a qualificação para o Mundial de 1962, no jogo de estreia de Eusébio pela Seleção Nacional. O Pantera Negra marcou, mas Portugal, que tinha no onze vários campeões europeus pelo Benfica, caiu de forma mais ou menos inexplicável por 4-2 frente a uma equipa de amadores.

Quando é preciso colocar na mesa tal embaraço, é porque algo está mal. E, de facto, na terça-feira, aos 30 minutos Portugal perdia por 1-0 no Josy Barthel no último dos três jogos de qualificação para o Mundial 2022 que fez em uma semana. E não perdia por um azar ou por um lance fortuito: perdia porque estava a jogar mal e porque o Luxemburgo, que neste momento já está longe de ser uma equipa de operários e futebolistas em part time, dominava o jogo.

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