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Marcel Keizer: "Temos de continuar a tentar fazer melhor. Isto não é o melhor Sporting possível"

O treinador holandês, disponível para falar sobre futebol (a sério), mas não muito expansivo em palavras, disse, na conferência de imprensa de antevisão ao Rio Ave-Sporting (20h15, Sport TV1), "ainda falta muito trabalho" à equipa, embora tenha ficado contente com a forma como saiu a jogar e construiu em organização ofensiva contra o Qarabag

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Marcel Keizer chegou ao Sporting em novembro de 2018

MARIO CRUZ/LUSA

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Dez golos marcados e dois sofridos num par de jogos

"O que posso dizer? É um clube muito grande, capta muita atenção, só trabalhámos três semanas e temos de continuar com este tipo de desempenhos."

Rio Ave, adversário de outro nível

"Vimos os jogos do Rio Ave, eles jogam muito bem, acho que jogam muito bom futebol. Vai ser um jogo difícil. Temos que os manter sob pressão e veremos o que acontece na segunda-feira."

Não sei o que aconteceu antes. Para mim, o que interessa é o agora. Sei que os jogadores têm 100% de atitude nos jogos e nos treinos. Temos muitos jogadores que sabem marcar golos. A cada três ou quatro dias temos jogos, por isso, temos de estar focados e trabalhar."

A aparição de Wendel

"Traz o que todos os jogadores trazem: energia para defender, como equipa, e qualidade sobre a bola. Temos de continuar a tentar fazer melhor. Isto não é o melhor Sporting possível."

Perguntaram-lhe sobre a situação de Rui Vitória

"Só estou com a minha equipa e preocupado com a prestação da minha equipa. Olho para outras equipas, mas toda a minha energia vai para o Sporting."

Os seis golos ao Qarabag

"Ninguém espera marcar seis golos fora, num jogo a contar para a Europa. A forma como os marcámos, a construção das jogadas, a maneira como pressionámos e cobrimos a bola... Foi bom. Por enquanto, está a correr tudo bem."

Marcos Acuña já está disponível

"Ele pode jogar em duas posições, a lateral e também mais à frente no campo."

A liga portuguesa no geral

"Há equipas muito organizadas, fisicamente muito boas e com qualidade no ataque, que são muito difíceis de jogar contra e de ganhar. Temos de respeitar todas as equipas e é isso que vamos fazer."

Como explica a carreira de Bas Dost na seleção holandesa?

"Quando cá cheguei, o Bas estava a regressar de uma lesão e não estava 100% em forma, por isso tive de o tirar antes do fim do jogo. Tem treinado bem, é um bom avançado e temos vários bons avançados. Às vezes será escolhido e outras não, mas tem qualidade para jogar na seleção da Holanda."

O que falta ao Sporting?

"Oh, muito. Falta-nos muito trabalho. Se olharmos para o último jogo, estivemos bem nas saídas de bola e na construção, mas temos de ser mais organizados quando estamos a defender e ter cuidado com as perdas de bola."

O apoio dos adeptos

"No primeiro jogo, contra o Lusitano, houve muitos adeptos. Depois, com uma viagem de 7 horas no avião, vi alguns adeptos do Sporting [em Baku]. Espero ver muitos adeptos no estádio amanhã [segunda-feira], porque os jogadores gostam disso."