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Keizer: os elogios, as arbitragens, o regresso e a baixa, os segredos e as promessas que não se podem fazer

Entre muitas outras coisas, Marcel Keizer diz que o clássico é importante, mas não decisivo e assume alguma falta de agressividade nos últimos jogos

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Antes de chegar ao Sporting, Keizer esteve no Al Jazira, nos Emirados Árabes Unidos, e no Ajax, na Holanda

d.r.

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O jogo do título

“Estamos a meio do campeonato e é um jogo importante contra uma equipa que ganhou 18 jogos consecutivos. Eles estão muito bem, nós perdemos, isto é importante mas não é decisivo para a Liga. Sim, é o meu primeiro grande jogo e estou muito entusiasmado por isso, de jogar na nossa casa. O FC Porto é a equipa mais forte neste momento: estão oito pontos à nossa frente, a jogar bem, também estão fortes na Liga dos Campeões. Não sei se é o jogo decisivo para o título, mas é um jogo importante. Aliás, cada jogo é importante, muita coisa ainda pode acontecer.”

Luiz Phellype e o Tondela

“É sempre bom ter os jogadores disponíveis para a equipa. O Bas Dost está de volta e isso é bom. Quanto ao Fredy [Montero]... não pode jogar, por isso não será convocado. O Luiz Phellype [avançado contratado ao Paços de Ferreira] está muito bem e a evoluir, mas não me arrependo de não ter levado Luiz Phellype a jogo [contra o Tondela], mas respeito a sua opinião. Começámos com o Diaby, para quebrar as linhas defensivas adversárias, e depois pus o Fredy Montero e mais tarde o Coates lá à frente. Não me arrependo”

Reforço do meio-campo?

“Não posso falar de táticas, nem sobre o onze. Quanto à pressão alta, concordo consigo: não tem existido essa pressão alta nos últimos jogos. Mas o mais importante é acertar os passes. O futebol é um jogo de passe e se os passes não saem bem, a pressão alta também não resulta. E o futebol também é um jogo de marcar mais golos do que o adversário. O ideal é não sofrer golos, mas não há qualquer problema defensivo com a nossa equipa [sofreu golos em 10 dos 11 jogos disputados com Keizer à frente da equipa].

O mercado

“Não posso falar sobre o mercado de transferências. Para já, o mais importante é o clássico e depois logo se vê”

Os juízes

“Espero nunca falar de arbitragens, mas não posso prometer nada. Para mim, o mais importante é que o Sporting jogue com 11 jogadores e que toda a gente dê o seu melhor. Todos cometemos erros e os árbitros não são imunes.”