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Emanuel Ferro, o ex-adjunto de Silas, agora adjunto de Rúben Amorim: "Tivemos paciência, estavam muito fechados lá atrás"

Transitou da equipa técnica anterior para esta e, no final da vitória (2-0) contra o Desportivo das Aves, sublinhou que "todas as vitórias são importantes" e que o facto de o Sporting jogar com três defesas "não indica uma estratégia defensiva", antes uma estratégia ofensiva

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MANUEL DE ALMEIDA/Lusa

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As duas expulsões e o jogo

"Uma palavra de apreço pessoal e profissional ao Jorge Silas, José Pedro, Pedro Alves e Rui Nunes, que foram importantes numa fase do Sporting. Em relação ao jogo, foi muito influenciado pelas duas expulsões, o adversário teve que se remeter muito ao trabalho defensivo.

Tentámos manter o plano de jogo, muitas vezes dificultado pelo ritmo de jogo quebrado pelo adversário, estratégia assumida que temos de respeitar, mas acaba por dificultar. Tivemos paciência, estavam muito fechados lá atrás, desbloqueámos com o primeiro golo e o segundo é consequência disso."

A primeira vitória com Rúben Amorim

"Esta vitória foi importante, uma próxima será importante, as vitórias são sempre importantes. São para lutarmos por elas e vamos fazer sempre, nunca o deixámos de fazer."

As substituições feitas

"Independentemente de termos três defesas, não indicam uma estratégia defensiva. Indicam uma estratégia ofensiva. Quisemos por jogadores de cariz diferente, mais ofensivos. O Jovane foi um lateral adaptado mais ofensivo que o Ristovski. O Chico [Geraldes] entrou para desbloquear algumas questões no meio campo. Acabámos por ter resultado disso. Se tivesse outros, teríamos também um bom resultado, porque a equipa manteve os posicionamentos e a base do nosso sistema."