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Rúben Amorim: “Ganhar por meio a zero, basta. A inspiração pode faltar um dia ou outro. Agora, a atitude é inegociável”

No lançamento do jogo com o Belenses SAD (domingo, 20h), o treinador do Sporting revelou que jogadores estão de fora por lesão, que não vai fazer gestão em função dos cartões amarelos e que ganhar meio a zer vale o mesmo que ganhar por 4-0: três pontos.

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Pedro Zenkl/Sporting

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CANDIDATO?
“O que os sportinguistas esperam é que a equipa tenha sempre o mesmo comportamento. As vitórias mudam muito. A comunicação é boa, quando se ganha. Quando não se ganha, agarra-se sempre alguma coisa naquilo que os treinadores dizem. O objetivo é vencer todos os jogos, nada mais do que isso. E o Farense foi a prova que temos de lutar até ao fim. Temos uma equipa jovem, com pouca experiência. Vencendo o Belenenses, estamos em primeiro lugar”

A COVID E O NATAL
“Tivemos o máximo cuidado com os jogadores, alertámos os jogadores. A estrutura preparou um lado da academia para receber o agregado familiar dos jogadores em segurança. Mas nós tivemos um surto aqui e fui eu o único que apanhei covid da equipa técnica, e andei sempre de máscara. Mas temos de saber viver com o vírus. E estamos preparados, mas nós não controlamos tudo e nem eles conseguem controlar tudo”.

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“Não tenho visto os rivais, vejo jogo a jogo. Vi o Belenenses que é o próximo adversário e não precisamos de nenhum outro jogador para vencer o Belenenses SAD. A posição que eu gostava de reforçar, era a do primeiro lugar e os três pontos contra o Belenenses.”

LESÕES E EVENTUAIS CASTIGOS
“Feddal está fora do jogo, sofreu um traumatismo. O Jovane está a recuperar a o Luiz Phellype também. Em relação aos jogadores com cartões amarelos [a seguir ao BSAD, o Sporting encontra o Braga], avisei o plantel que, mais cedo ou mais tarde, outros terão as suas oportunidades."

A EXIGÊNCIA DE MARCAR GOLOS
“Basta meio zero, o que interessa são os três pontos. Ganhar ao Farense [1-0] vale o mesmo que valeu contra o Tondela, que foi por 4-0. O que eu espero é melhorar alguns aspetos relativamente ao último jogo: marcar mais golos, mas 1-0 basta.”

MUDAR PARA FINTAR ADVERSÁRIOS
“Nós mudamos de formas diferentes dentro da nossa organização. O sistema é o mesmo, parece que é o mesmo, mas vamos mudando consoante o jogo. Fazemos essa gestão, como todas as equipas… Aqui ou ali, mudamos um jogador. Por exemplo, o Plata está a fazer a posição do Porro e é logo diferente. Vamo-nos adaptando, crescendo como equipa. Mas isto tem funcionado: temos marcado golos e sofrido poucos golos. Agora, os adversários também defendem bem, com muitos jogadores. O que faltou com o Farense? Inspiração, que pode faltar. A atitude é que é inegociável”