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“Planeamento para a festa do título falhou”, diz observatório de segurança

António Nunes responsabiliza Sporting, autarquia de Lisboa e Governo pelos desacatos na noite dos festejos do título do clube de Alvalade. E considera que atuação da PSP foi “competente”

Hugo Franco

JOSÉ SENA GOULÃO

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Os desacatos entre adeptos do Sporting e a PSP, na madrugada desta quarta-feira junto ao estádio de Alvalade e no Marquês de Pombal, poderiam e deveriam ter sido evitados. “O planeamento para a festa do título falhou”, que defende António Nunes, presidente do Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT), que aponta o dedo ao Sporting, à câmara de Lisboa e ao Gabinete Coordenador de Segurança.

Este responsável entende que estas entidades já tinham conhecimento prévio de que se iriam formar ajuntamentos de adeptos na sequência da vitória do Sporting sobre o Boavista para o campeonato. E adicionalmente, de “situações de conflitualidade” realizadas por elementos das claques. E ainda assim pouco fizeram para acautelar não só a segurança das pessoas como o distanciamento físico numa altura de pandemia. “Era previsível que estes desacatos viessem a acontecer. E sabendo que as claques são problemáticas deveria ter havido precaução a dobrar”.

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