Tribuna Expresso

Perfil

  • John John: campeão do mundo a velejar em vez de surfar

    Surf

    John John Florence já foi campeão mundial de surf por duas vezes (em 2016 e 2017), mas, no boxing day, está a competir a bordo de um veleiro. O surfista havaiano que nutre um especial carinho por barcos (além da fotografia e da apicultura) está a participar numa regata na Austrália, entre Sydney e Hobart, na ilha da Tasmânia

  • Gabriel Medina, o fenómeno da “geração de ouro” do Brasil

    Surf

    Conheça o surfista que saiu da praia de Maresias para conquistar o mundo e mudou paradigmas: a relação com o padrasto, a veia competitiva, a versatilidade e as impressionantes marcas do brasileiro que garantiu o seu segundo título mundial, esta terça-feira, no Havai, tornando-se um Pipe Master na meca do surf

  • No mata-mata, Gabriel matou. Medina é campeão do mundo

    Surf

    Na última bateria da derradeira etapa do circuito, Gabriel Medina imperou dentro dos cavernosos tubos de Pipeline, bateu Julian Wilson e juntou uma vitória ao que já garantira na meia-final: o brasileiro é campeão mundial de surf pela segunda vez na carreira

  • Jadson André. O surfista do impossível está de volta à elite (com uma ajudinha dos “moleques” portugueses)

    Surf

    De origem humilde, o surfista brasileiro saiu de uma pequena vila de pescadores no nordeste do Brasil e ganhou o mundo, passando quase uma década entre os melhores da modalidade. A família sustentava-se com menos de €100 por mês, mas o desporto mudou-lhe a vida. Aos 28 anos, o "potiguar voador" reinventa-se a cada ano e garantiu o regresso à elite na última oportunidade possível em Sunset Beach, no Havai. E revelou à Tribuna Expresso a sua felicidade, assim como a amizade com os surfistas portugueses: "O Kikas e o Vasquinho são dois meninos de ouro. Sempre que vou a Portugal e preciso de qualquer coisa, os 'moleques' estão ali para me ajudar"

  • Briga entre surfistas acirra rivalidade no Havai

    Surf

    O passado bate à porta. No lugar onde o localismo se manifesta com maior violência, Tanner Hendrickson e Michael Rodrigues trocaram socos antes do início do Pipeline Masters, palco do encerramento da temporada. Havaiano foi suspenso provisoriamente pela WSL

  • Frederico Morais: com o pé ligado para a segunda ronda de Pipeline

    Surf

    A boa notícia é que a entorse que Frederico Morais sofreu no tornozelo, no Havai, recuperou ao ponto de o deixar competir no Pipe Masters. A má é que o português perdeu na primeira ronda e foi repescado para a segunda, em que terá obrigatoriamente de ganhar para continuar em prova - e a lutar pela sobrevivência no circuito mundial de surf

  • É desta que voltamos a ver festa brasileira na areia de Pipeline?

    Surf

    A última etapa do circuito mundial de surf arrancou esta quarta-feira, no Havai. Após a fase de trials, o título mundial estará em discussão nas ondas de Pipeline e vai colocar à prova a rivalidade entre Brasil e Austrália. A luta é entre Gabriel Medina, Filipe Toledo e Julian Wilson

  • Frederico Morais pergunta ao tempo quanto tempo o tempo tem

    Surf

    O adiamento do arranque do Billabong Pipe Masters, no Havai, a última etapa do circuito mundial de surf, por dois dias seguidos, está a deixar que o tornozelo de Frederico Morais tenha mais tempo para se curar e deixar que o português, 21º classificado de um ranking em que sobrevivem 22 surfistas, possa entrar na água sem dores

  • Deita todo o ar fora e agora que estás à rasca, nada

    Surf

    Nadar uma piscina de 25 metros debaixo de água, para depois repetir, mas sem oxigénio nos pulmões, foi apenas um dos exercícios no treino de apneia para surfistas de ondas gigantes, como Nicolau Von Rupp (e não só), que realizámos no Clube de Natação da Amadora. O objetivo era e é sempre "ficar confortável numa situação desconfortável", quando o ar é escasso, o corpo arde e o que ele nos diz é insuportável. É aí que começa o verdadeiro treino para quem é enrolado e mastigado por ondas gigantes, mesmo "que isto não dê prazer nenhum"

  • Um sul-africano prevaleceu nos prédios de água da Nazaré

    Surf

    As ondas da Nazaré não se agigantaram tanto como os dias em que se surfaram recordes, mas as massas entre os 10 e os 12 metros foram suficientes para se realizar a primeira etapa do Big Wave Tour, conquistada por Grant Baker. A final contou com dois portugueses, Alex Botelho e João de Macedo

  • Voa, Ítalo, voa

    Surf

    Um brasileiro, não propriamente o que se esperava, ganhou o Meo Rip Curl Pro, em Peniche, voando sobre todos os outros surfistas. Ítalo Ferreira multiplicou-se em aéreos até à final, eliminando Gabriel Medina no processo até conquistar o seu terceiro evento do ano (e adiar a decisão do título mundial para a última etapa, no Havai)

  • Chegou a multidão, a única coisa que parecia realmente importar

    Surf

    O surf é as ondas e também é os surfistas que tanto de bom são capazes de fazer com o que o mar lhes oferecer. Eles deviam ser as coisas que interessam, não fosse o surf, claro, um negócio, que ficou visível na decisão da organização do Meo Rip Cur Pro em não aproveitar as ondas que tinha na sexta-feira e esperar por sábado - que trouxe as pessoas e a multidão, mas levou muitas ondas, durante muito tempo

  • Vai e não voltes, Neymar, que com a tua chegada se foi o Kikas

    Surf

    O burburinho, as cabeças a virarem-se para o palanque dos atletas, as câmaras apontadas, tudo mudou assim que se soube que Neymar estava na praia de Supertubos. O futebolista apareceu para apoiar Gabriel Medina e foi um mau prenúncio para Frederico Morais: o português perdeu na ronda quatro contra o brasileiro e Michel Bourez, acabando o Meo Rip Curl Pro no 9.º lugar

  • Kikas e Callinan: os melhores amigos que não puderam surfar um contra o outro

    Surf

    Ryan Callinan é o melhor amigo de Frederico Morais no circuito mundial, por admissão de ambos, e só por um triz - chamado Gabriel Medina - não surfaram um contra o outro em Peniche. "Nem tinha pensado nisso, mas teria sido incrível, mesmo", admitiu-nos o australiano, após ser eliminado pelo brasileiro, que vai defrontar Kikas em vez dele

  • Bom dia, alegria, Frederico Morais ganhou

    Surf

    O português eliminou Connor Coffin e avançou para a quarta ronda de um evento pela terceira vez este ano. Só que esta foi em Peniche, o evento de Frederico Morais, e ele celebrou ainda na água, quase furiosamente, a vitória que lhe garante pelo menos um 9.º lugar final no Meo Rip Curl Pro e os pontos que o afastarão da 22.ª posição do ranking, a última que garante a continuidade do mundial

  • Kanoa: o americano que é japonês, tem muito de português, já comprou casa na Ericeira e quer outra em Cascais

    Surf

    Kanoa Igarashi nasceu na Califórnia e surfou como americano até decidir competir pelo Japão, este ano, devido à vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, onde a prova de surf terá lugar na praia onde o pai se divertia com os amigos. Portanto, ele é um japonês nascido americano e, cada vez mais, português: fala como um português, namora com Teresa Bonvalot, tem uma casa na Ericeira e quer comprar outra em Cascais, como diz à Tribuna Expresso durante o Meo Rip Curl Pro, em Peniche

  • Ajuda-nos Kikas, és a nossa única esperança

    Surf

    O raiar do Meo Rip Curl Pro, em Peniche, veio com ondas forretas em tubos, sem um que fosse super, e os melhores surfistas do mundo limitaram-se, quase todos, a pontuações medianas. Miguel Blanco e Vasco Ribeiro foram eliminados, Frederico Morais terá de esperar para tentar evitar o mesmo nesta guerra de estrelas do mar

  • Bem-vindos à décima onda a quebrar em Supertubos

    Surf

    Há dez edições que o circuito mundial tem uma paragem residente em Portugal, em Peniche, em Supertubos, na linha de areia que, a partir desta terça-feira, volta a receber os melhores surfistas do mundo. Além de Frederico Morais, também Miguel Blanco, o campeão nacional de surf, e Vasco Ribeiro, o português com melhor ranking no QS, vão competir na prova portuguesa

  • Frederico Morais vai chegar a Peniche na corda bamba

    Surf

    O português foi eliminado à segunda ronda do Quiksilver Pro France, em Hossegor, mesmo tendo surfado uma onda que lhe deu a quarta melhor pontuação, até então, na prova. Kikas chegará a Peniche, na melhor das hipóteses, na 22ª posição do circuito mundial - ou seja, no limiar dos lugares que garantem a requalificação

  • “A igualdade de pagamento mostra que fazemos e arriscamos o mesmo que os homens”

    Surf

    Falámos com Tatiana Weston-Webb, havaiana que este ano passou a competir pelo Brasil e está na terceira posição do ranking mundial, sobre a decisão da WSL em atribuir os mesmos prémios monetários a homens e a mulheres. No final do seu último heat no primeiro evento oficial numa piscina de ondas artificiais, a surfista garantiu que "ninguém sabia de nada" e que a igualdade de pagamento "vai melhorar as performances de toda a gente". Neste momento, um homem recebe 100 mil vitórias se ganhar uma prova, enquanto uma mulher tem direito, apenas, a 65 mil

  • O primeiro desporto na América a pagar o mesmo a homens e mulheres está nas ondas

    Surf

    É uma questão há muito debatida, discutida e controversa, à qual o surf se chegou à frente para responder - e terminar. A partir de 2019, os prémios monetários das provas dos circuitos mundiais masculino e feminino serão iguais, o que fará da WSL a primeira liga sediada nos EUA a pagar o mesmo a homens e mulheres. E, para o ano, também Peniche terá as duas provas pela primeira vez