Tribuna Expresso

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  • “A igualdade de pagamento mostra que fazemos e arriscamos o mesmo que os homens”

    Surf

    Falámos com Tatiana Weston-Webb, havaiana que este ano passou a competir pelo Brasil e está na terceira posição do ranking mundial, sobre a decisão da WSL em atribuir os mesmos prémios monetários a homens e a mulheres. No final do seu último heat no primeiro evento oficial numa piscina de ondas artificiais, a surfista garantiu que "ninguém sabia de nada" e que a igualdade de pagamento "vai melhorar as performances de toda a gente". Neste momento, um homem recebe 100 mil vitórias se ganhar uma prova, enquanto uma mulher tem direito, apenas, a 65 mil

  • O primeiro desporto na América a pagar o mesmo a homens e mulheres está nas ondas

    Surf

    É uma questão há muito debatida, discutida e controversa, à qual o surf se chegou à frente para responder - e terminar. A partir de 2019, os prémios monetários das provas dos circuitos mundiais masculino e feminino serão iguais, o que fará da WSL a primeira liga sediada nos EUA a pagar o mesmo a homens e mulheres. E, para o ano, também Peniche terá as duas provas pela primeira vez

  • João Kopke: “Se um surfista normal vivesse a minha vida durante um dia, ia dar em maluco”

    H2O

    João Kopke ouve amigos e outros surfistas dizerem-lhe que está a desperdiçar talento e que deveria usá-lo no circuito mundial de qualificação para tentar competir entre os melhores. Mas ele não é o típico surfista: antes foi campeão na ginástica acrobática e hoje também é músico, especializado no canto lírico e no contrabaixo, como instrumento. Aos 23 anos, João é mais o surfista menos surfista que tem hipótese de ser campeão nacional quase "sem querer", porque, "se for apenas competição, o surf "não [lhe] dá tudo o que tem de dar" e que ele recebe viajando, contando histórias, estudando e gravando vídeos ( Esta é a primeira entrevista da nova rubrica "H2O", em que a Tribuna Expresso falará com quem vive dos desportos de ondas.)

  • Vasco Ribeiro, mais um surfista português que pode estar a caminho do circuito mundial

    Surf

    Vasco Ribeiro surfou até ser vice-campeão do Anglet Pro, no sudoeste francês, e amealhar 1125 pontos na qualificação para o circuito no qual, há muito, tenta chegar. O resultado deixa-o no 25º do QS no qual ainda faltam realizar três dos cinco eventos que dão 10.000 pontos ao vencedor. Ou seja, o português está em boa posição para atacar a última parte da temporada e tentar acabá-lo entre os dez primeiros classificados que se qualificam para o tour onde já está Frederico Morais. O que nos dá uma oportunidade de olharmos para o imbróglio que é um surfista chegar à elite do surf

  • O dia em que Kelly Slater nos disse que um rei, afinal, tem um prazo

    Surf

    Um ano e meio, sensivelmente. É o tempo que nos resta para vermos Kelly Slater no mar, em competição, e não tanto por lazer. Porque o onze vezes campeão mundial, o quiçá maior desportista de sempre a alguma vez ter tanta influência no desporto que escolheu, anunciou, aos 46 anos, que se vai retirar no final de 2019

  • Os melhores surfistas do mundo voltarão a parar na Ericeira

    Surf

    A praia de Ribeira d'Ilhas, na Ericeira, voltará a receber uma etapa do circuito mundial de qualificação e logo a que mais pontos (10.000) dará, na Europa, ao vencedor. O evento, a realizar entre 24 e 30 de setembro, vai substituir a prova de Cascais no calendário da WSL, sendo de esperar que a maioria dos surfistas que estão no principal tour (incluindo Frederico Morais) apareçam para competir nas ondas que são consideradas como reserva mundial de surf

  • Mick Fanning, o surfista simples que, no fundo, não se retirou

    Surf

    O homem que foi três vezes campeão do mundo abandonou, no mês passado, o surf de competição e o mundo disse que Mick Fanning se retirou porque, supostamente, não voltaria competir. Mas, em entrevista à "GQ", o australiano explicou que não é bem assim e até se abriu sobre a forma como optou por não se armar em forte para lidar com a vida que lhe tirou dois irmãos e deu um ataque de tubarão: "As merdas acontecem e armam-se em fortes, quando na verdade só querem chorar. Não tenho energia para isso. É uma coisa que odeio"

  • Tubarões a mais levam a cancelamento de prova do Mundial

    Surf

    A Liga Mundial de Surf (WSL) anunciou esta quarta-feira o cancelamento da terceira etapa do circuito mundial, o Margaret River Pro, na Austrália, devido à presença de tubarões nas proximidades da praia australiana. O português Frederico Morais está a competir no circuito mundial

  • Desculpa Mick, o Ítalo Ferreira não gosta de contos de fadas

    Surf

    O brasileiro estreou-se a vencer uma etapa do circuito mundial de surf e tocou o sino de Bells Beach pela primeira vez, impedindo, no processo, que Mick Fanning o tocasse uma última vez, na sua última prova, aos 36 anos: "Nunca surfei tão relaxado. Foi uma carreira incrível". Nas mulheres, Stephanie Gilmore conseguiu a quarta vitória neste evento, mas brincou demasiado com a sorte nos últimos segundos da final

  • Frederico Morais: partir duas pranchas e acabar em quinto lugar

    Surf

    Tal e qual o ano passado, o surfista português ficou-se pelos quartos-de-final da segunda etapa do circuito mundial de surf, numa bateria em que partiu duas pranchas. Kikas foi eliminado por Gabriel Medina em Bells Beach, ex-campeão do mundo que, à terceira, lá o conseguiu vencer. Com este resultado, Frederico Morais deverá entrar no top-10 do ranking

  • Julian Wilson: ser campeão com um ombro e meio e uma filha recém-nascida

    Surf

    É por histórias como esta que o desporto é adorado. Há menos de um mês e meio, Julian Wilson deslocou o ombro a andar de bicicleta, mas resolveu arriscar e participar, na mesma, na primeira etapa do circuito mundial de surf. Admitiu que nunca chegara tão pouco preparado, também porque a sua primeira filha nascera apenas três dias antes de a prova começar. Mas foi o australiano a vencer a prova em Snapper Rocks. Nas mulheres, a californiana Lakey Peterson ganhou uma etapa pela segunda vez na carreira

  • Um começo que se repetiu: Frederico Morais acaba em 13.º

    Surf

    O surfista português foi eliminado na terceira ronda do Quiksilver Pro Gold Coast por Kanoa Igarashi, um americano que agora compete pelo Japão e já tem umas quantas costelas lusas dentro dele. Frederico Morais terminou a primeira etapa do circuito mundial, na Austrália, em 13º, como acontecera no seu ano de estreia

  • Não aos planos aproximados de surfistas em biquini

    Surf

    A primeira etapa dos circuitos mundiais de surf masculino e feminino está a decorrer na Austrália e a World Surf League (WSL) ter-se-á reunido para instruir os seus operadores de câmara de uma coisa: durante as competições, caso haja mulheres a surfarem de biquini, os planos devem ser mais afastados

  • O que Frederico Morais andou a fazer nos treinos não é para todos

    Surf

    Kikas já está na Austrália, a competir e a preparar-se para o arranque do circuito mundial de surf, a 11 de março, em Snapper Rocks, no que será a sua segunda época entre os melhores surfistas do mundo. Mas, antes, Frederico Morais passou dois meses de férias em Portugal, que não foram, nem nunca são bem férias, porque ele foi ao mar quase todos os dias para treinar e dar origem ao vídeo do que melhor que surfou em dezembro e janeiro

  • O Relâmpago Branco diz adeus e leva uma história gloriosa e difícil com ele

    Surf

    O surfista australiano anunciou que se vai retirar da vida profissional, em abril. Aos 36 anos, e descontando a anormalidade lendária que é Kelly Slater, o surf ficará sem o tipo com mais títulos no ativo (três) e que mais vezes tocou o sino em Bells Beach, na Austrália, a segunda etapa do circuito após a qual, simbolicamente, Mick Fanning dirá o adeus

  • Veja como é apanhar um tubo na Nazaré

    Surf

    O surfista francês William Aliotti, convidado de última hora para substituir o vencedor do ano passado, sagrou-se campeão do Capítulo Perfeito. Aliotti, de 24 anos, dominou em ondas boas e menos boas. Mas a estrela do dia foi o americano que se filmou dentro de um tubo (e o vídeo está aqui)

  • 3m55s de ondas gigantes e de surfistas temerários. Como Maya, que pode entrar para o Guinness: “Foi bem legal”

    Surf

    Maya Gabeira pode tornar-se a primeira mulher a entrar no livro do Guinness por ter surfado uma onda de, aparentemente, 24 metros na Praia do Norte, na Nazaré. Isto aconteceu na passada quinta-feira no mesmo exato lugar em que, em 2013, tinha sofrido um acidente complicado. “Foi uma sensação incrível, porque a onda que eu peguei em novembro eu não consegui completar, então sofri um caldo. Fiz vários ajustes, troquei de prancha e criei esse desafio de completar essa onda gigante. Quando saí do canal fui buscada pelo Eric (Ribiere) e nem ele acreditou que eu fiz a onda. Foi bem legal e super emocionante, mesmo porque tinham várias pessoas que eu admiro na água”, disse Maya