Tribuna Expresso

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  • Um sul-africano prevaleceu nos prédios de água da Nazaré

    Surf

    As ondas da Nazaré não se agigantaram tanto como os dias em que se surfaram recordes, mas as massas entre os 10 e os 12 metros foram suficientes para se realizar a primeira etapa do Big Wave Tour, conquistada por Grant Baker. A final contou com dois portugueses, Alex Botelho e João de Macedo

  • Voa, Ítalo, voa

    Surf

    Um brasileiro, não propriamente o que se esperava, ganhou o Meo Rip Curl Pro, em Peniche, voando sobre todos os outros surfistas. Ítalo Ferreira multiplicou-se em aéreos até à final, eliminando Gabriel Medina no processo até conquistar o seu terceiro evento do ano (e adiar a decisão do título mundial para a última etapa, no Havai)

  • Chegou a multidão, a única coisa que parecia realmente importar

    Surf

    O surf é as ondas e também é os surfistas que tanto de bom são capazes de fazer com o que o mar lhes oferecer. Eles deviam ser as coisas que interessam, não fosse o surf, claro, um negócio, que ficou visível na decisão da organização do Meo Rip Cur Pro em não aproveitar as ondas que tinha na sexta-feira e esperar por sábado - que trouxe as pessoas e a multidão, mas levou muitas ondas, durante muito tempo

  • Vai e não voltes, Neymar, que com a tua chegada se foi o Kikas

    Surf

    O burburinho, as cabeças a virarem-se para o palanque dos atletas, as câmaras apontadas, tudo mudou assim que se soube que Neymar estava na praia de Supertubos. O futebolista apareceu para apoiar Gabriel Medina e foi um mau prenúncio para Frederico Morais: o português perdeu na ronda quatro contra o brasileiro e Michel Bourez, acabando o Meo Rip Curl Pro no 9.º lugar

  • Kikas e Callinan: os melhores amigos que não puderam surfar um contra o outro

    Surf

    Ryan Callinan é o melhor amigo de Frederico Morais no circuito mundial, por admissão de ambos, e só por um triz - chamado Gabriel Medina - não surfaram um contra o outro em Peniche. "Nem tinha pensado nisso, mas teria sido incrível, mesmo", admitiu-nos o australiano, após ser eliminado pelo brasileiro, que vai defrontar Kikas em vez dele

  • Bom dia, alegria, Frederico Morais ganhou

    Surf

    O português eliminou Connor Coffin e avançou para a quarta ronda de um evento pela terceira vez este ano. Só que esta foi em Peniche, o evento de Frederico Morais, e ele celebrou ainda na água, quase furiosamente, a vitória que lhe garante pelo menos um 9.º lugar final no Meo Rip Curl Pro e os pontos que o afastarão da 22.ª posição do ranking, a última que garante a continuidade do mundial

  • Kanoa: o americano que é japonês, tem muito de português, já comprou casa na Ericeira e quer outra em Cascais

    Surf

    Kanoa Igarashi nasceu na Califórnia e surfou como americano até decidir competir pelo Japão, este ano, devido à vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, onde a prova de surf terá lugar na praia onde o pai se divertia com os amigos. Portanto, ele é um japonês nascido americano e, cada vez mais, português: fala como um português, namora com Teresa Bonvalot, tem uma casa na Ericeira e quer comprar outra em Cascais, como diz à Tribuna Expresso durante o Meo Rip Curl Pro, em Peniche

  • Ajuda-nos Kikas, és a nossa única esperança

    Surf

    O raiar do Meo Rip Curl Pro, em Peniche, veio com ondas forretas em tubos, sem um que fosse super, e os melhores surfistas do mundo limitaram-se, quase todos, a pontuações medianas. Miguel Blanco e Vasco Ribeiro foram eliminados, Frederico Morais terá de esperar para tentar evitar o mesmo nesta guerra de estrelas do mar

  • Bem-vindos à décima onda a quebrar em Supertubos

    Surf

    Há dez edições que o circuito mundial tem uma paragem residente em Portugal, em Peniche, em Supertubos, na linha de areia que, a partir desta terça-feira, volta a receber os melhores surfistas do mundo. Além de Frederico Morais, também Miguel Blanco, o campeão nacional de surf, e Vasco Ribeiro, o português com melhor ranking no QS, vão competir na prova portuguesa

  • Frederico Morais vai chegar a Peniche na corda bamba

    Surf

    O português foi eliminado à segunda ronda do Quiksilver Pro France, em Hossegor, mesmo tendo surfado uma onda que lhe deu a quarta melhor pontuação, até então, na prova. Kikas chegará a Peniche, na melhor das hipóteses, na 22ª posição do circuito mundial - ou seja, no limiar dos lugares que garantem a requalificação

  • “A igualdade de pagamento mostra que fazemos e arriscamos o mesmo que os homens”

    Surf

    Falámos com Tatiana Weston-Webb, havaiana que este ano passou a competir pelo Brasil e está na terceira posição do ranking mundial, sobre a decisão da WSL em atribuir os mesmos prémios monetários a homens e a mulheres. No final do seu último heat no primeiro evento oficial numa piscina de ondas artificiais, a surfista garantiu que "ninguém sabia de nada" e que a igualdade de pagamento "vai melhorar as performances de toda a gente". Neste momento, um homem recebe 100 mil vitórias se ganhar uma prova, enquanto uma mulher tem direito, apenas, a 65 mil

  • O primeiro desporto na América a pagar o mesmo a homens e mulheres está nas ondas

    Surf

    É uma questão há muito debatida, discutida e controversa, à qual o surf se chegou à frente para responder - e terminar. A partir de 2019, os prémios monetários das provas dos circuitos mundiais masculino e feminino serão iguais, o que fará da WSL a primeira liga sediada nos EUA a pagar o mesmo a homens e mulheres. E, para o ano, também Peniche terá as duas provas pela primeira vez

  • João Kopke: “Se um surfista normal vivesse a minha vida durante um dia, ia dar em maluco”

    H2O

    João Kopke ouve amigos e outros surfistas dizerem-lhe que está a desperdiçar talento e que deveria usá-lo no circuito mundial de qualificação para tentar competir entre os melhores. Mas ele não é o típico surfista: antes foi campeão na ginástica acrobática e hoje também é músico, especializado no canto lírico e no contrabaixo, como instrumento. Aos 23 anos, João é mais o surfista menos surfista que tem hipótese de ser campeão nacional quase "sem querer", porque, "se for apenas competição, o surf "não [lhe] dá tudo o que tem de dar" e que ele recebe viajando, contando histórias, estudando e gravando vídeos ( Esta é a primeira entrevista da nova rubrica "H2O", em que a Tribuna Expresso falará com quem vive dos desportos de ondas.)

  • Vasco Ribeiro, mais um surfista português que pode estar a caminho do circuito mundial

    Surf

    Vasco Ribeiro surfou até ser vice-campeão do Anglet Pro, no sudoeste francês, e amealhar 1125 pontos na qualificação para o circuito no qual, há muito, tenta chegar. O resultado deixa-o no 25º do QS no qual ainda faltam realizar três dos cinco eventos que dão 10.000 pontos ao vencedor. Ou seja, o português está em boa posição para atacar a última parte da temporada e tentar acabá-lo entre os dez primeiros classificados que se qualificam para o tour onde já está Frederico Morais. O que nos dá uma oportunidade de olharmos para o imbróglio que é um surfista chegar à elite do surf

  • O dia em que Kelly Slater nos disse que um rei, afinal, tem um prazo

    Surf

    Um ano e meio, sensivelmente. É o tempo que nos resta para vermos Kelly Slater no mar, em competição, e não tanto por lazer. Porque o onze vezes campeão mundial, o quiçá maior desportista de sempre a alguma vez ter tanta influência no desporto que escolheu, anunciou, aos 46 anos, que se vai retirar no final de 2019

  • Os melhores surfistas do mundo voltarão a parar na Ericeira

    Surf

    A praia de Ribeira d'Ilhas, na Ericeira, voltará a receber uma etapa do circuito mundial de qualificação e logo a que mais pontos (10.000) dará, na Europa, ao vencedor. O evento, a realizar entre 24 e 30 de setembro, vai substituir a prova de Cascais no calendário da WSL, sendo de esperar que a maioria dos surfistas que estão no principal tour (incluindo Frederico Morais) apareçam para competir nas ondas que são consideradas como reserva mundial de surf

  • Mick Fanning, o surfista simples que, no fundo, não se retirou

    Surf

    O homem que foi três vezes campeão do mundo abandonou, no mês passado, o surf de competição e o mundo disse que Mick Fanning se retirou porque, supostamente, não voltaria competir. Mas, em entrevista à "GQ", o australiano explicou que não é bem assim e até se abriu sobre a forma como optou por não se armar em forte para lidar com a vida que lhe tirou dois irmãos e deu um ataque de tubarão: "As merdas acontecem e armam-se em fortes, quando na verdade só querem chorar. Não tenho energia para isso. É uma coisa que odeio"

  • Tubarões a mais levam a cancelamento de prova do Mundial

    Surf

    A Liga Mundial de Surf (WSL) anunciou esta quarta-feira o cancelamento da terceira etapa do circuito mundial, o Margaret River Pro, na Austrália, devido à presença de tubarões nas proximidades da praia australiana. O português Frederico Morais está a competir no circuito mundial