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De verde e com esperança: Federer está de volta, um ano depois

Aos 39 anos, mais de um ano depois do último jogo, Roger Federer voltou à competição, em Doha, e garantiu que "as dores estão controladas"

tribuna expresso e lusa

Mohamed Farag

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O regresso do suíço Roger Federer à competição, após uma ausência de mais de um ano, foi consumado hoje com uma vitória, em três ‘sets’, na segunda ronda do ATP 250 de Doha, diante o britânico Daniel Evans.

O antigo número um mundial e atual sexto classificado da hierarquia disputou o Open da Austrália em 2020 e um encontro de cariz social na África do Sul, antes de se submeter a duas cirurgias ao joelho direito e falhar assim a restante temporada.

Hoje, ao fim de 13 meses e em ‘vésperas’ de festejar o 40.º aniversário em agosto, voltou a competir e com um triunfo ante Evans, 28.º colocado na hierarquia mundial, em três renhidos ‘sets’, com os parciais de 7-6 (10-8), 3-6 e 7-5, ao fim de duas horas e 26 minutos.

Apesar de ter “apreciado o tempo em família”, como reconheceu na conferência de imprensa de antevisão ao encontro, Roger Federer, que teve ‘bye’ na jornada inaugural, admitiu ter sentido “falta do circuito”, o que terá motivado o seu regresso, uma vez que “as dores estão controladas e acredita ser capaz de jogar ao mais alto nível”.

Uma vez ultrapassado o primeiro desafio com distinção, o detentor de 20 títulos do Grand Slam vai defrontar nos quartos de final do ATP 250 de Doha o georgiano Nikoloz Basislashvili (42.º ATP), que bateu o tunisino Malek Jaziri, por duplo 6-2.