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Confirmada a ausência no Open da Austrália, Roger Federer diz que ficaria "muito surpreendido" se conseguisse jogar em Wimbledon em 2022

Oito vezes campeão na relva de Londres, Wimbledon é uma espécie de segunda casa para o suíço de 40 anos. Mas a terceira operação ao joelho direito terá um período de recuperação maior que o esperado e Federer duvida estar pronto para jogar o terceiro torneio do Grand Slam da temporada em 2022. O regresso à competição talvez só aconteça no verão do próximo ano

Lusa e Tribuna Expresso

Julian Finney/Getty

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O tenista suíço Roger Federer, recordista de títulos do em torneios do Grand Slam (20), juntamente com o espanhol Rafael Nadal e o sérvio Novak Djokovic, confirmou a ausência do Open da Austrália, em janeiro, prevendo falhar também Wimbledon, em junho.

Em entrevista publicada esta quarta-feira pelo jornal suíço "Le Matin", o atleta helvético, de 40 anos, abordou a recuperação de uma terceira operação ao joelho direito em ano e meio, que limitou-o a escassas 13 partidas em 2021, tendo caído para a 16.ª posição do 'ranking' ATP na segunda-feira.

“Não é grande surpresa. Sabíamos antes da operação que este tipo de lesão implica uma pausa de vários meses. A verdade é que ficaria muito surpreendido se conseguisse jogar em Wimbledon”, afirmou o campeão por oito vezes na relva londrina e em seis ocasiões nos pisos rápidos da Austrália.

Federer diz que é provável que só regresse aos courts "no verão de 2022" e declarou que vai “ver, uma última vez”, se é “capaz como jogador de ténis profissional”, garantindo ir “etapa a etapa”.

“Mesmo sabendo que o fim está próximo, quero tentar ainda disputar alguns jogos grandes”, concluiu, garantindo, no entanto que a sua vida "não irá desmoronar-se" se não voltar a jogar um torneio do Grand Slam.