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ATP Finals. Zverev bate Medvedev e conquista troféu pela segunda vez

Alemão venceu o último torneio do ano com um duplo 6-4 frente ao russo, que era campeão em título. Zverev repete o triunfo de 2018, numa edição em que também bateu o número 1 mundial Novak Djokovic

Lusa

MARCO BERTORELLO/Getty

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O tenista alemão Alexander Zverev superou este domingo o russo Daniil Medvedev na final, com um duplo 6-4, e conquistou o título das ATP Finals pela segunda vez na carreira.

Depois de ter vencido este troféu pela primeira vez em 2018, o atual terceiro classificado da hierarquia ATP voltou a ser feliz, desta vez em Turim, Itália, onde se superiorizou ao até este domingo campeão em título da prova, segundo do ‘ranking’, ao cabo de uma hora e 16 minutos.

Este é o sexto título conquistado em 2021 por Alexander Zverev, de 25 anos, depois dos torneios em Viena e Acapulco, os Masters 1.000 de Cincinnati e Madrid, e a medalha de ouro em Tóquio2020.

Zverev, que nas meias-finais tinha eliminado o número um mundial, o sérvio Novak Djokovic, tornou-se no quarto tenista da história a vencer os dois primeiros classificados do ranking ATP consecutivamente nas ‘meias’ e na final da competição.

Na vertente de pares, os franceses Nicolas Mahut e Pierre-Hugues Herbert venceram pela segunda vez, ao derrotarem na final, por 6-4 e 7-6 (7-0), a dupla composta pelo norte-americano Rajeev Ram e o britânico Joe Salisbury, que venceu a última edição do Open dos Estados Unidos.

A competição, que se realizou em piso rápido, na cidade transalpina, foi a última da temporada e reuniu os oito melhores tenistas do ano.

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    Em Turim, Novak tentará conquistar o torneio que reúne os melhores do ano pela sexta vez, igualando o recorde de Roger Federer. Sem a presença do suíço nem de Nadal, os seus rivais de sempre cujas ausências se vão tornando cada vez mais recorrentes, o sérvio, que acaba de se tornar no tenista da história que mais vezes terminou um ano como n.º1 e que mais Masters 1.000 venceu, lidará com a concorrência de Medvedev, Zverev ou Tsitsipas. Nomes que, mais do que futuro, são o presente do ténis